Uma dúzia de 208 Rally 4 na estreia em asfalto da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 | #4 Rallye Ourense vai hoje para a estrada

Terminada que está a fase de terra da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, composta pelos ralis portugueses Serras de Fafe, Mortágua e Vodafone Rally de Portugal, seguem-se no calendário da copa outras tantas provas, todas em pisos de alcatrão e do outro lado da fronteira ibérica, a começar pelo Rallye Ourense, que vai para a estrada hoje e amanhã.

São, desta feita, 12 as equipas inscritas na jornada de estreia em pisos de asfalto, incluindo todos os vencedores dos anteriores três ralis em terra da copa 2022 – Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno (Serras de Fafe), Diego Ruiloba / Andrés Blanco (Mortágua) e Andres Marieyhara / Ariday Bonilla (Vodafone Rally de Portugal) – e que, por isso, serão os mais naturais candidatos a nova vitória, resultado que os poderá colocar mais perto do título de ‘Campeões’ desta Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

Mas há nove outros PEUGEOT 208 Rally 4 inscritos num grupo composto por sete equipas 100% locais mais uma mista, com piloto uruguaio e navegador espanhol. Apesar de correrem em casa, terão, como habitualmente, oposição portuguesa, assente em quatro equipas.

Com duas etapas, uma na tarde e noite de hoje (sexta-feira) e a segunda ao longo do dia de sábado, esta 55ª edição do Rallye de Ourense terá uma distância total de 489,49 km, dos quais 145,96 cronometrados, correspondentes aos seus onze troços (cinco de dupla passagem e mais uma super-especial).

Em termos pontuais, a vantagem é, à data, da dupla Diego Ruiloba / Andrés Blanco, com 59 pontos, apenas mais 5 pontos do que Ernesto Cunha / Rui Raimundo. Seguem-se Andrés Marieyhara / Bonilla Ariday (42 pontos), José Loureiro / Valter Cardoso (34) e Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno (25), grupo que, à semelhança dos demais, visa o apetecível Grande Prémio reservado para os ‘Campeões’ de 2022, no final desta Temporada a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

 

 

 

DEPOIS DA TERRA PORTUGUESA, O ASFALTO ESPANHOL

Assumindo uma estrutura diferente da das anteriores edições, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 apostou, nesta sua Temporada 5, em iniciar a copa com uma fase de terra, toda ela corrida em Portugal, realizando, depois, uma segunda metade do ano em pisos de asfalto, com os confrontos a terem lugar do outro lado da fronteira.

Terminada a fase lusa em terra, houve três vencedores em outros tantos ralis. Não demonstrando qualquer pejo em cantar vitórias num país que não o seu, os espanhóis Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno impuseram-se no Serras de Fafe, resultado que os seus conterrâneos Diego Ruiloba / Andrés Blanco alcançaram em Mortágua. Do outro lado do Atlântico veio o uruguaio Andres Marieyhara que, com o seu navegador espanhol Ariday Bonilla, criou a surpresa, impondo-se no Vodafone Rally de Portugal.

Todos estão em luta pelos títulos de 2022, de Pilotos e Navegadores, voltando a encontrar-se no Rallye de Ourense neste fim de semana, o primeiro de três ralis de asfalto espanhóis. A vantagem pontual é hoje da dupla Ruiloba / Blanco (59 pontos), frente a Ernesto Cunha / Rui Raimundo (54 pontos) – à data os melhores representantes portugueses – sendo seguidos de Marieyhara / Bonilla (42 pontos).

São 12 os PEUGEOT 208 Rally 4 inscritos no conceituado rali da região da Galiza (Espanha). Esta competitiva e fiável criação da PEUGEOT Sport para as copas internacionais é alvo de preparação pelas estruturas técnicas dos candidatos aos títulos. Neste grupo das Equipas, é a Racing Factory (80 pontos) quem lidera entre as estruturas oficialmente inscritas na copa de 2022.

É, de novo, difícil fazer prognósticos sobre os resultados finais do Rallye de Ourense, quarta prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, na que será a estreia em pisos de asfalto desta Temporada 5. Assegurada está a habitual competitividade e luta cerrada pelos melhores tempos nos troços e, com isso, pela vitória final.

 

RALLYE DE OURENSE – LISTA DE INSCRITOS

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022

 

Nº Piloto Nacionalidade Navegador Nacionalidade
15 Ferran Ameyrich Espanha Eric Bellver Espanha
16 Diego Ruiloba Espanha Andrés Blanco Espanha
17 Roberto Blach Espanha Mauro Barreiro Espanha
18 Santiago Garcia Espanha Nestor Casal Espanha
19 Raul Hernandez Espanha Rodrigo Sanjuan Espanha
20 Ernesto Cunha Portugal Rui Raimundo Portugal
21 Andres Marieyhara Uruguai Ariday Bonilla Espanha
22 José Loureiro Portugal Valter Cardoso Portugal
23 Óscar Palomo Espanha Javier ‘Xavi’ Moreno Espanha
24 Ricardo Sousa Portugal Luis Marques Portugal
25 Luis Morais Portugal Paulo Silva Portugal
26 lago Gabeiras Espanha Alejandro ‘Jandrin’ López Espanha

 

O PROGRAMA DO RALI DE RALLYE DE OURENSE EM RESUMO*

Organizada pela Escuderia Ourense, a 55ª edição do Rallye Ourense compõe-se de duas Etapas, divididas competitivamente pela tarde e noite de sexta-feira (17 junho) e, depois, por grande parte do dia de sábado (18 junho). A prova terá uma distância total de 489,49 quilómetros. Destes, 145,96 quilómetros são cronometrados, correspondentes às suas 11 Especiais em asfalto (cinco de dupla passagem e mais uma super-especial).

A 1ª Etapa começa às 17h00, na Expourense, terminando pelas 23h40, no Jardín del Posío. Pelo meio os concorrentes farão duas passagens por Amoeiro (15,08 km; ES1 às 17h20 e ES3 às 20h35) e por Irixo-Boborás (18,22 km; ES2 às 18h05 e ES4 às 21h20), a que se seguirá a SuperEspecial Concello de Ourense (1,82 km; ES5 às 22h30), num total de 68,42 km cronometrados.

Amanhã, sábado (18 junho), os concorrentes sairão para a estrada às 09h50, para mais 77,54 km cronometrados, assim divididos: Barbadás (10,14 km; ES6 às 10h30 e ES9 às 14h35), Toén (15,24 km; ES7 às 11h10 e ES10 às 15h15) e A Merca-Celanova (13,39 km; ES8 às 12h10 e ES11 às 16h50), com a particularidade de ser a primeira passagem desta última a contar como Power Stage, atribuindo-se pontos extra às três equipas mais rápidas a cumpri-la. O final do rali está agendado para as 17h50, no Parque de San Lázaro, local onde às 19h30 se realizará a Entrega de Prémios.

* Notas: Horas locais, mais uma hora do que em Portugal Continental. As horas indicadas referem-se ao primeiro carro na estrada.

O PEUGEOT 208 RALLY4 EM RESUMO

Estreado competitivamente em solo de Portugal em 2020, o PEUGEOT 208 Rally4 é a máquina por excelência da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, viatura de competição com assinatura da PEUGEOT Sport e da Stellantis Motorsport.

Desenvolvido com base no PEUGEOT 208 de série, o 208 Rally4 alicerça-se nos reconhecidos fatores que sublinham a excelência da marca – fiabilidade, qualidade, eficiência e, no caso dos ralis, combatividade – proposta que é atualmente recordista de vendas entre a oferta “Rally 4”, num sucesso sem par a nível mundial em viaturas de copas monomarca.

Esta versão de ralis integra um motor 1.2 PureTech de 3 cilindros turbo comprimido adaptado para a competição, com um turbo maior, uma gestão eletrónica de competição Magneti Marelli, para uma potência que se eleva aos 208 cv às 5.450 rpm, alcançando-se um binário de 290 Nm às 3.000 rpm.

Caixa sequencial de cinco velocidades SADEV, diferencial autoblocante mecânico, travões de disco ventilados à frente de 330 mm (asfalto) ou 283 mm (terra) e discos sólidos atrás (290 mm), suspensão ajustável em três níveis (com compressão/afastamento de alta e baixa velocidade), são outros elementos de um conjunto com um peso mínimo de 1.080 kg (1.250 kg com equipa).

 

 

TEMPORADA 5 COM TRÊS RALIS EM PORTUGAL E TRÊS EM ESPANHA

São seis os ralis que compõem o calendário da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, com três jornadas em Portugal, em pisos de terra (todos já cumpridos), e outras tantas em Espanha, em asfalto, num alinhamento que integra dois eventos do Mundial de Ralis (WRC) e outro do Europeu (ERC) da disciplina.

CALENDÁRIO DA PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022*

Datas Prova Piso País
11 e 12 março** Rally Serras de Fafe e Felgueiras (1ª Etapa)*** Terra Portugal
29 e 30 abril** Rali de Mortágua Terra Portugal
19 a 21 maio** Vodafone Rally de Portugal (1ª Etapa)*** Terra Portugal
17 e 18 junho Rallye de Ourense Asfalto Espanha
23 e 24 setembro Rallye Villa de Llanes Asfalto Espanha
20 a 23 outubro RACC Catalunya/Rally de España (1ª Etapa)*** Asfalto Espanha

* Provisório, dependente de eventuais condicionantes decorrentes da pandemia de COVID-19; ** Provas já realizadas; *** Para efeitos de classificações e pontuações, apenas se consideram os resultados da 1ª Etapa.

 

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 tem a Pirelli como parceira, no domínio do fornecimento e assistência em termos de pneus, entre outros apoios: Vodafone, RACC e ACP.

 

INFORMAÇÕES E FOTOS:

– em http://www.peugeotrallycupiberica.com/

– no Facebook https://www.facebook.com/peugeotrallycupiberica/

– Imagens da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA para imprensa (livres de direitos editoriais) em https://aifa.smugmug.com/Motorsport/PEUGEOT-Rally-Cup

 

CONTACTOS:

PEUGEOT PORTUGAL – Jorge Magalhães |  jorge.magalhaes@stellantis.com | + 351 96 986 16 80

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PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 | Andrés Marieyhara / Ariday Bonilla vencem a jornada lusa pontuável para o WRC | Vodafone Rally de Portugal

Oito classificativas (das nove do alinhamento inicial) e seis equipas diferentes a alcançar os melhores tempos, havendo cinco trocas de comandante do longo de dois dias de Vodafone Rally de Portugal. Como se comprova, a competitividade voltou a estar ao rubro nesta que foi a terceira prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, última neste ano de 2022 no nosso país, onde o vencedor é, também ele inédito.

Feitas as contas, foi Andrés Marieyhara / Ariday Bonilla quem subiu ao lugar mais alto do pódio no final do rali, consagrando-se como terceiros vencedores do presente ano, somando, com isso, valiosos 25 pontos. Atrás deles ficou o 208 Rally4 de Ernesto Cunha / Rui Raimundo, a 25,6 segundos, relegando Diego Ruiloba / Andrés Blanco para o 3º lugar, já a mais de dois minutos, definindo os ocupantes deste terceiro pódio de 2022.

Foram treze os Leões que ontem se apresentaram à partida, sendo que apenas sete deles conseguiram chegar à Exponor, estes demonstrando uma elevada robustez e resistência ao tratamento que lhes foi dado ao longo dos 106,57 quilómetros dos oito troços efetivamente cumpridos pelos concorrentes da copa, ultrapassando com distinção o estado dos pisos, destruídos pelos carros de tracção integral das várias categorias do WRC e CPR.  

Líder da copa à entrada deste rali, a dupla Ruiloba / Blanco reduziu ao mínimo a perda de pontos, mantendo-se nessa posição, mas tendo agora um pouco mais perto a melhor das equipas portuguesas, Cunha / Raimundo. Entretanto, com a vitória aqui obtida, a dupla uruguaio-espanhola ascendeu à 3ª posição, assumindo-se como reais candidatos ao Grande Prémio que está reservado para os Campeões de 2022, no final desta Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

O Vodafone Rally de Portugal marca, por seu turno, o final das jornadas de terra da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 e também da fase portuguesa, sendo que a segunda metade desta Temporada 5 correr-se-á em Espanha e sempre em pisos de asfalto, já a partir de junho.

 

 

OS VENCEDORES QUE VIERAM DA AMÉRICA DO SUL E DE ESPANHA

Depois de um rali demolidor, composto por sete especiais tradicionais e mais duas superespeciais, uma a abrir e outra a fechar a contenda, festejou-se a vitória de Andrés Marieyhara / Ariday Bonilla. Após um rali repleto de indefinições, fruto das constantes alterações nos nomes dos ocupantes do primeiro lugar, a dupla do 208 Rally4 #95 era o espelho de um enorme cansaço, mas também de um extremo contentamento pelo resultado alcançado.

“Estamos naturalmente felizes com este resultado na copa da PEUGEOT, que conseguimos depois de um dia muito complicado, em especial nos troços da manhã, com muito pó a manter-se no ar. À tarde a dificuldade adveio do estado dos troços, ainda mais destruídos depois de duas passagens”, referiu o uruguaio Andrés Marieyhara à chegada ao pódio, nas instalações da Exponor, em Matosinhos, no controlo que se definiu como final para a copa ibérica da PEUGEOT. “Mas sabíamos que tínhamos de aguentar e foi isso que fizemos, eu e o Ariday, levando um carro que aguentou tudo o que dele pedimos e nos deu esta alegria, que quero partilhar com toda a equipa, patrocinadores, amigos e familiares”.

Destaque-se outro ponto alto da prova do piloto do Uruguai, o único não ibérico da copa, ele que iniciou o dia de hoje no 13º e último lugar da copa, após ontem ter sido o menos rápido na SuperEspecial de Coimbra, para vir a terminar vitorioso, numa prestação de relevo. A acompanhá-lo outro vencedor, o espanhol Ariday Bonilla.

Em termos competitivos, o rali pautou-se pelas lutas pelas diversas posições, à imagem dos ralis que, ao longo dos últimos quatro anos e meio, têm integrado o calendário da copa. Seis pilotos conseguiram pelo menos uma vitória em troços: Hugo Lopes na ES1 e ES5, Raúl Hernández na ES2, Ernesto Cunha na ES3, Diego Ruiloba na ES4, Andrés Marieyhara na ES6 e ES7 e, finalmente, José Loureiro na ES9 (a ES8 foi neutralizada; não houve vencedor), registando-se nada menos do que cinco mudanças de comandante. Não houve estruturas de pódios repetidas nos top-3 dos tempos ao longo do dia.

No final, ao pódio da copa no Vodafone Rally de Portugal subiram, logo atrás dos vencedores, Ernesto Cunha / Rui Raimundo, a 25,6 segundos, relegando Diego Ruiloba / Andrés Blanco para o 3º lugar, a 2 minutos e 3 segundos, resultados que, fruto de toda a dureza que hoje se viveu, quase se podem considerar também como vitórias.

 

MANHÃ SOB O SIGNO DO TRÊS: TROÇOS, VENCEDORES E MUDANÇAS DE LÍDER

A manhã do segundo dia do Vodafone Rally de Portugal foi de enorme competitividade, com três especiais que, à passagem dos 208 Rally4 de duas rodas motrizes, já se encontravam algo revoltas, dificultando uma tarefa já composta de muito calor e pó acumulado no ar. Ainda assim, nessa primeira ronda por três troços houve outros tantos vencedores e igual número de mudanças de comandante.

Se Hugo Lopes / Tiago Neves saíram de Coimbra com a magra vantagem de 1 décimo de segundo para Iago Gabeiras / Nestor Casal e mais outro décimo para Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno (nota: os tempos foram, entretanto, atualizados, face ao indicado no Comunicado de Imprensa do Dia 1), logo os primeiros líderes se viram desterrados do topo do pódio, ao perderem mais de 25 segundos nos 12,03 km da ES2 – Lousã 1, caindo para lá do top-5.

Neste primeiro troço do dia, os mais rápidos foram, assim, Raúl Hernández / Alberto Chamorro, impondo-se por 2 segundos a Gabeiras e por 3,9 segundos a Diego Ruiloba / Andrés Blanco. Gabeiras subia ao primeiro lugar, seguido de Ruiloba e Hernández. Seguiu-se a ES3 – Góis 1, 19,33 km que Ernesto Cunha / Rui Raimundo foram os mais lestos a cumprir, batendo Ruiloba por 4 segundos e Roberto Blach / Mauro Barreiro por 9,2. Ruiloba assumia a liderança da copa, seguido de Blach e Cunha. Nos demolidores 18,72 km da ES4 – Arganil 1 houve novo vencedor, com Ruiloba a bater Blach por 7,2 segundos e Hernández por uns mais expressivos 14,1 segundos.

Na frente tudo ficado na mesma, terminando-se a secção matinal com Ruiloba a liderar a contenda, com 14,1 segundos sobre Blach e 27,2 sobre Cunha. Atrás deles as diferenças eram já bem mais espaçadas, em minutos, fruto do andamento mais cauteloso de alguns e problemas de outros, manhã que deu uma machadada em dois candidatos à vitória: Óscar Palomo e Ricardo Sousa, ambos logo na ES2.

 

UM RANKING SEMPRE EM TRANSFORMAÇÃO TAMBÉM DE TARDE

Após passagem pelo Parque de Assistência para minimizar os danos e retemperar forças, repetiam-se os mesmos três troços, completando-se, depois, o dia com uma ida a Mortágua e, a fechar, à especial-espetáculo de Lousada.

Hugo Lopes voltou aos melhores tempos, depois da vitória na SuperEspecial de ontem à noite, impondo-se na Lousã 2 (ES5), troço em que Andrés Marieyhara / Ariday Bonilla subiram pela primeira vez ao top-3 dos tempos, com um 2º melhor registo que, de uma assentada, os fez subir três lugares na classificação, até ao 3º posto. Mas também houve penalizações por atraso e novas desistências, aqui capitulando Gabeiras e Hernández. Já Ruiloba mantinha-se na liderança.

Eram, nesta altura, oito os 208 Rally4 ainda em liça, número que conseguiu ultrapassar, com dificuldade variável, os autênticos sulcos da segunda ida a Góis 2 (ES6). Foi um troço onde Marieyhara se tornou no quinto piloto mais rápido (em seis especiais percorridas). Ao contrário, Ruiloba perdia muito tempo e, com isso, a liderança da copa, posição que Cunha assumia, tornando-se, assim, no quarto líder diferente entre o plantel da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

Veio depois Arganil 2 (ES7), com os ainda mais difíceis 18,72 km que voltaram a fazer estragos, levando ao abandono de Blach, o ‘Campeão’ da Temporada 1. Do lado oposto Andrés Marieyhara continuava em destaque, não só bisando nas vitórias em troços, como roubando o 1º lugar a Cunha, que aqui perdeu mais de um minuto.

 

POWER STAGE NÃO DEU PONTOS E A FESTA FEZ-SE EM LOUSADA

Finda mais esta secção do Vodafone Rally de Portugal e a geral da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA apresentava, assim, Andrés Marieyhara na liderança, com uma (aparentemente) confortável vantagem de 23,8 segundos sobre Ernesto Cunha e 54,7 segundos sobre Diego Ruiloba. Seguiam-se os 208 Rally4 de José Loureiro, Luis Morais, Hugo Lopes e Paulo Roque, já com muitos minutos acumulados.

Faltavam ainda os 18,16 km da única visita a Mortágua (ES8) e depois cumprir-se os 3,36 km de Lousada (ES9), a segunda e última especial-espetáculo integrada no percurso da copa ibérica, um troço de características bem mais suaves. Só que a organização da prova neutralizou o penúltimo troço que, para os pilotos dos 208 Rally4, teria o estatuto de Power Stage, impedindo a atribuição dos respetivos pontos.

Assim sendo, já com as rampas de faróis ligadas, os sete 208 Rally4 evoluíram no traçado de Lousada, dando o espetáculo possível ao que haviam sofrido ao longo do dia. Para os registos ficou o melhor tempo de José Loureiro (sexto vencedor diferente, em oito troços) e, dadas as já enormes diferenças de tempo entre os concorrentes ainda em prova, não se verificaram alterações de monta.

Andrés Marieyhara e o seu navegador espanhol Bonilla Ariday festejavam, assim, a vitória, tornando-se nos terceiros vencedores diferentes da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, depois de Ruiloba / Blanco o terem conseguido no Rali de Mortágua, e de Palomo / ‘Xavi’, eles que venceram o Rallye Serras de Fafe, mas que aqui somaram zero pontos. Com isso, os vencedores do Vodafone Rally de Portugal subiram ao 3º lugar da copa, nos rankings de Pilotos e Navegadores.

 

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 – VODAFONE RALLY DE PORTUGAL

CLASSIFICAÇÃO GERAL (FINAL)* – (3ª prova, de um total de 6)

 

1º Andres Marieyhara / Ariday Bonilla, a 1h49m24,7s

2º Ernesto Cunha / Rui Raimundo, a 25,6s

3º Diego Ruiloba (1º Junior) / Andrés Blanco, a 2m03,0s

4º José Loureiro / Valter Cardoso, a 3m54,1s

5º Luis Morais / Helena Maia, a 4m14,6s

6º Hugo Lopes (2º Junior) / Tiago Neves, 6m46,2s

7º Paulo Roque / Tiago Teixeira, a 11m04,2s

 

Abandonos: Delbin García (Junior) / Diego Cruz (não alinhou); Renato Pita / Luis Boiça (não iniciou o Dia 2); Óscar Palomo (Junior) / Javier ‘Xavi’ Moreno (ES2); Ricardo Sousa / Luis Marques (ES2); lago Gabeiras (Júnior) / Alejandro ‘Jandrin’ Lopez (ES5); Raul Hernandez (Junior) / Alberto Chamorro (ES5); Roberto Blach (Junior) / Mauro Barreiro (ES7).

 

Todos em PEUGEOT 208 Rally4

 

* Classificação provisória até à publicação dos resultados oficiais pela organização da prova.

 

Findos os dois dias que serviram de estrutura competitiva desta terceira prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, as equipas que o entenderem poderão continuar em prova no Vodafone Rally de Portugal, no sábado e domingo, lutando pelas melhores posições na categoria Rally4 e à geral, sem que os eventuais resultados que venham a alcançar influenciem as suas pontuações na copa.

 

E A LÍDERANÇA PROVISÓRIA DA COPA MANTÉM-SE NAS MESMAS MÃOS

Somadas as pontuações desta terceira jornada de 2022, continuam a surgir no topo dos rankings de Pilotos e Navegadores os nomes de Diego Ruiloba e Andrés Blanco (59 pontos), estando agora reduzida a cinco pontos a diferença para Ernesto Cunha e Rui Raimundo (54 pontos), eles que também se mantêm como vice-líderes da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022.

Atrás deles estão, agora, os vencedores deste terceiro rali do ano, Andrés Marieyhara e Bonilla Ariday (42 pontos), José Loureiro / Valter Cardoso (34 pontos) e Óscar Palomo e ‘Xavi’ Moreno (25 pontos) na 5ª posição. Estão neste momento classificados 12 Pilotos e 12 Navegadores, de um total de 19 nomes de cada escalão que, este ano, já participaram em pelo menos um rali.

Nas Equipas, a Racing Factory (80 pontos) reforçou o pecúlio pontual, sendo seguida da TRS (62 pontos) e Terra Training (56 pontos). Mavisa (33 pontos) e Prolama (25 pontos) fecham o grupo das estruturas oficialmente inscritas para pontuar na copa. (Ver detalhe nas Tabelas de Pontuações em anexo).

Este rali marca o final da fase de terra e, também, da ronda lusa da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, seguindo a segunda metade desta Temporada 5 da copa para Espanha, a partir de agora só em pisos de asfalto: Rallye de Ourense (17 e 18 junho) e Rallye Villa de Llanes (23 e 24 setembro), terminando noutro palco do WRC, o RallyRACC Catalunya – Costa Daurada / Rally de España, que aproveitará os dois primeiros dias para a definição dos resultados da copa.

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 tem como parceira a Pirelli e os apoios da Vodafone, RACC e ACP.

 

INFORMAÇÕES E FOTOS:

– em https://www.peugeotrallycupiberica.com/

– no Facebook https://www.facebook.com/peugeotrallycupiberica/

– Imagens da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA para imprensa (livres de direitos editoriais) em https://aifa.smugmug.com/Motorsport/PEUGEOT-Rally-Cup

 

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Melhor nota para Hugo Lopes / Tiago Neves na SuperEspecial da Cidade dos Estudantes

De entre os treze Leões que se apresentaram à partida do Vodafone Rally de Portugal, terceira prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, a melhor nota da turma foi atribuída à dupla Hugo Lopes / Tiago Neves, os mais lestos a cumprir os apenas 2,82 quilómetros do traçado desenhado na Cidade dos Estudantes, na margem esquerda do Rio Mondego.

A dupla do PEUGEOT 208 Rally4 #96 foi quem melhor soube lidar com as raoeiras de um especial em asfalto, cumprida já noite dentro, a exceção num rali que, em termos de copa ibérica, se correrá amanhã integralmente em pisos de terra, ligando Coimbra à Exponor, em Matosinhos.

Foi parca a diferença amealhada pelos agora líderes, impondo-se pela diferença mínima de um décimo de segundo a dois adversários: Iago Gabeiras / ‘Jandrín’ Lopez e Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno, empatados com o segundo melhor tempo no troço.

São os nomes que ocupam, de modo ainda muito provisório, os lugares de um pódio que, só por esta entrada, se antevê discutidíssimo até final, ao longo do dia de amanhã (sexta-feira), com oito especiais e 121,91 cronometrados a cumprirem-se entre Coimbra e Matosinhos: uma dupla ronda pelos difíceis troços em terra de Lousã, Góis e Arganil, mais uma passagem única por Mortágua – a Power Stage que atribuirá pontos extra aos três mais rápidos – e, para finalizar a contenda, uma nova SuperEspecial, desta feita no Circuito de Lousada.

A diminuta vantagem é, para já, de Lopes, Gabeiras e Palomo, mas há que não esquecer que todo o demais plantel luta pelas pontuações que há para distribuir pelo top-10 deste terceiro rali do ano, e que, no seu final, poderão resultar num realinhamento dos atuais rankings de Pilotos, Navegadores e Equipas.

Pala além disso, todos pretendem para si os prémios monetários a atribuir nesta prova, tendo, muito em especial, os olhos postos no Grande Prémio que está reservado aos Campeões de 2022, no final desta Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

 

 

DUPLA LUSA JOGA MAIS FORTE NA SUPERESPECIAL DE COIMBRA

Depois de uma tardia sessão matinal de shakedown, onde os diferentes candidatos à vitória no Vodafone Rally de Portugal confirmaram a validade dos set-ups que escolheram para esta terceira prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, os concorrentes rumaram para o Parque de Assistência montado nas imediações do Rio Mondego, apenas daí saindo, já ao início da noite, para a Cerimónia Oficial de Partida.

Foram treze os PEUGEOT 208 Rally4 que cumpriram os 2,82 quilómetros do traçado urbano desenhado na margem esquerda do dito, troço-espetáculo testemunhado por uma impressionante moldura humana, não fosse este rali também pontuável para o WRC 2022 – é uma das duas provas da copa ibérica com esse estatuto; a segunda será o RallyRACC Catalunya – Costa Daurada 2022, em Outubro – mantendo-se atentos ao evoluir das diversas categorias, incluindo as unidades que servem de cavalo de batalha à copa coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha, com a logística no terreno assegurada pela estrutura da Sports & You.

E a dupla de estudantes que melhor soube ler este traçado urbano foi Hugo Lopes / Tiago Neves, garantindo a melhor nota – leia-se tempo – entre os seus pares, assumindo, com isso e provisoriamente, a liderança de um rali que amanhã tem muito para contar. Impuseram-se pela reduzidíssima margem de um décimo de segundos a dois dos seus adversários, Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno, vencedor do Serras de Fafe, o primeiro rali da copa 2022, e Iago Gabeiras / ‘Jandrin’ López, que assim ficaram empatados com o segundo melhor tempo da noite.

Espelho da enorme competitividade registada neste troço de abertura do Vodafone Rally de Portugal, também Diego Ruiloba / Andrés Blanco, vitoriosos em Mortágua e atuais líderes da copa, ficaram muito perto de alcançar a melhor nota desta turma de leões, distando uns também diminutos sete décimos do melhor tempo.

Este quarteto encimou um grupo que, no seu conjunto, ficou concentrado em cerca de 30 segundos, espelho da diferença entre o mais e o segundo menos rápido dos 208 Rally4 a cumprir o traçado, já que o rookie Renato Pita / Luis Boiça viu-se brindado por dois minutos de penalização, por avanço num controlo horário.


PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA – VODAFONE RALLY DE PORTUGAL

CLASSIFICAÇÃO GERAL (APÓS SS1)*

 

1º Hugo Lopes (1º Junior) / Tiago Neves, 3m02,2s

2º Óscar Palomo (2º Junior, ex-aequo) / Javier ‘Xavi’ Moreno, a 0,1s

lago Gabeiras (2º Júnior, ex-aequo) / Alejandro ‘Jandrin’ Lopez, a 0,1s

4º Diego Ruiloba (4º Junior) / Andrés Blanco, a 0,7s

5º José Loureiro / Valter Cardoso, a 1,1s

Roberto Blach (5º Junior) / Mauro Barreiro, a 1,1s;

7º Raul Hernandez (6º Junior) / Alberto Chamorro, a 5,8s; 8º Ricardo Sousa / Luis Marques, a 9,1s; 9º Paulo Roque / Tiago Teixeira, a 9,7s; 10º Ernesto Cunha / Rui Raimundo, a 10,8s; 11º Luis Morais / Helena Maia, a 18,5s; 12º Andres Marieyhara / Ariday Bonilla, a 31,9s; 13º Renato Pita / Luis Boiça, a 2m23,7s;

 

Não alinhou: Delbin García (Junior) / Diego Cruz

 

Todos em PEUGEOT 208 Rally4

 

* Classificação provisória até à publicação dos resultados oficiais pela organização da prova.

 

VODAFONE RALLY DE PORTUGAL 2022 – OS HORÁRIOS DE SÁBADO**

A PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA voltará à estrada deste Vodafone Rally de Portugal 2022, prova da responsabilidade do ACP Motorsport, a partir das XXh00 de amanhã (sábado, 20 maio), num rali que se prolongará noite dentro, fruto da hora a que os 208 Rally4 irão cumprir o último troço competitivo do seu programa

As 14 duplas terão pela frente 121,91 quilómetros cronometrados, correspondentes a uma primeira passagem pelas especiais de Lousã 1 (12,03 km) às 08h08, Góis 1 (19,33 km), às 09h08, e Arganil 1 (18,72 km) às 10h08, numa manhã que se conclui com uma obrigatória passagem pelo Parque de Assistência e pelas zonas de refuel, nas instalações da Exponor (Matosinhos), quartel-general da prova.

A secção da tarde é um pouco mais comprida, cumprindo-se os troços de Lousã 2 às 12h31, Góis 2 às 13h31 e Arganil 2 às 14h38. Novo retemperar de forças e os 208 Rally4 seguem, depois, para Mortágua (18,16 km), às 16h05, e a fechar a especial espetáculo de Lousada, 3,36 km que os concorrentes da copa já cumprirão com as baterias de faróis ligadas. A consagração dos vencedores far-se-á no Parque de Assistência, antecedendo a entrada das viaturas em parque fechado.

Finda a secção pontuável para a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, as equipas que o entenderem poderão continuar a cumprir o Vodafone Rally de Portugal nos dias de sábado e domingo, lutando pelas melhores posições na categoria Rally4 e à geral no evento pontuável para o WRC, sem que os eventuais resultados que venham a alcançar no final da prova influenciem as suas pontuações na copa.

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 tem como parceira a Pirelli e os apoios da Vodafone, RACC e ACP.

** Nota: horas referenciais para o primeiro carro na estrada.

 

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Forte plantel da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA no primeiro confronto integrado no WRC

Corre-se já neste fim de semana o Vodafone Rally de Portugal, evento de cariz mundial que a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA volta a integrar no seu calendário de 2022, naquele que é o primeiro de dois ralis do WRC presentes no alinhamento da copa. Será, também, a terceira prova da presente época da copa ibérica, com a particularidade de o mais internacional dos ralis lusos marcar o final da fase portuguesa e a despedida dos pisos de terra. Findo este evento, ficará por cumprir a secção de asfalto da copa, com três ralis do outro lado da fronteira ibérica.

 

E que melhor local para esta despedida do que um rali de cariz ‘mundialista’ e um conjunto de troços icónicos da região de Arganil? O ‘menu’ da prova do ACP Motorsport contempla, em termos de copa, 124,73 quilómetros cronometrados, divididos por 9 Especiais, palcos das intensas batalhas a realizar entre a Cidade dos Estudantes e a Exponor, em Matosinhos. Tudo irá começar na nova SuperEspecial de Coimbra, na noite desta quinta-feira (19 de maio), lutas que se irão prolongar pelo dia de sexta-feira, com as duplas passagens por troços icónicos como Lousã, Góis e Arganil, mais uma visita única a Mortágua, num dia que terminará com novo troço-espetáculo, em Lousada.

 

São 14 os PEUGEOT 208 Rally4 inscritos, com outras tantas duplas de ‘Leões’, incluindo os vencedores do Serras de Fafe e de Mortágua, Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno e Diego Ruiloba / Andrés Blanco, e parte significativa dos seus adversários aos títulos de 2022. Nesta terceira prova perfilam-se sete equipas portuguesas, uma delas em estreia, seis espanholas e outra em que o piloto defende as cores do Uruguai, sendo navegado por um espanhol.

 

Face a uma bem mais vasta audiência, de público e de diretores de equipas – afinal, a copa ibérica serve, também, de plataforma de lançamento para o mundo dos ralis – todos irão sublinhar a excelência das suas máquinas, bem como da elevada competitividade associada a esta iniciativa coorganizada, pela quinta vez consecutiva pela PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, com a logística da Sports & You.

 

 

 

 

2022: UMA ÉPOCA DE ELEVADA COMPETITIVIDADE

Quem irá vencer o Vodafone Rally de Portugal? É, como tem sido hábito ao longo das suas diversas épocas, muito difícil fazerem-se prognósticos de resultados antes de sair para a estrada a terceira prova do ano da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

As acesas lutas pelos lugares da frente que ocorreram quer em Fafe, quer em Mortágua, e os resultados finais delas saídos, bem como os das múltiplas batalhas entre os integrantes de um recheado plantel da copa, levam a que não se saiba quais os sucessores de Óscar Palomo / ‘Xavi Moreno e Diego Ruiloba / Andrés Blanco.  Poderão ser os próprios num tão desejado bis que lhes permita aumentar o pecúlio pontual, ou um dos seus múltiplos adversários, ávidos de amealhar pontos importantes que lhes permitam lutar até ao fim pelos cetros de 2022.

Outra questão prende-se com as particularidades deste nosso rali pontuável para o WRC, cujos dois primeiros dias (quinta e sexta-feira) servem de estrutura a este encontro entre os PEUGEOT 208 Rally4, que terão pela frente alguns dos mais distintos troços do mundo dos ralis, Lousã, Góis, Arganil e Mortágua.

Não só fruto da sua extensão, mas principalmente pela sua dureza, acrescida por os PEUGEOT 208 da copa cumprirem os troços depois de por eles passar todo plantel dos carros de quatro rodas motrizes, das categorias maiores do Mundial de Ralis, encontrando-os, por isso, muito revoltos. Se o tempo seco se mantiver mostrar-se-ão mais duros para máquinas e pilotos, se chover a lama tornar-se-á num adversário adicional, algo que se notará ainda mais nas segundas passagens, pelo que há que fazer uma gestão inteligente entre velocidade e resistência.

Nada que as máquinas made by PEUGEOT Sport e preparadas pelas diversas estruturas mecânicas não estejam habituadas a lidar, em já quatro épocas e meia de copa ibérica. Bem mais suaves serão as duas SuperEspeciais de Coimbra e Lousada, respetivamente a abrir e a fechar a competição, aqui havendo apenas a preocupação de não estragar todo o trabalho realizado de preparação feito por si e pelas suas equipas técnicas.

Quanto aos pilotos da copa ibérica, mantém-se a maioria dos nomes que vimos este ano em Fafe e Mortágua – Andres Marieyhara, Delbín Garcia, Diego Ruiloba, Ernesto Cunha, lago Gabeiras, José Loureiro, Luis Morais, Óscar Palomo, Paulo Roque, Ricardo Sousa e Roberto Blach. Juntam-se-lhes dois nomes portugueses e um espanhol, o regressado Hugo Lopes e dois estreantes absolutos na PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, Renato Pita e Raul Hernandez.

Todos apostam nas suas comprovadas competências, bem como nas características de robustez e fiabilidade de uma viatura que tem conquistado múltiplos resultados de relevo em diferentes campeonatos e continentes.

 

 

 

VODAFONE RALLY DE PORTUGAL – LISTA DE INSCRITOS

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022

 

Nº Piloto Nacionalidade Navegador Nacionalidade
87 Óscar Palomo Espanha Javier ‘Xavi’ Moreno Espanha
88 Ernesto Cunha Portugal Rui Raimundo Portugal
89 Ricardo Sousa Portugal Luis Marques Portugal
90 Diego Ruiloba Espanha Andrés Blanco Espanha
91 Luis Morais Portugal Helena Maia Portugal
92 José Loureiro Portugal Valter Cardoso Portugal
93 Paulo Roque Portugal Tiago Teixeira Portugal
94 Renato Pita Portugal Luis Boiça Portugal
95 Andres Marieyhara Uruguai Ariday Bonilla Espanha
96 Hugo Lopes Portugal José Neves Portugal
97 lago Gabeiras Espanha Alejandro ‘Jandrin’ López Espanha
98 Roberto Blach Espanha Mauro Barreiro Espanha
99 Delbín Garcia Espanha Diego Cruz Espanha
100 Raul Hernandez Espanha Alberto Chamorro Espanha

 

OBJETIVO: CONQUISTA DOS TÍTULOS E DO GRANDE PRÉMIO FINAL

Todas as 14 duplas irão lutar pelos prémios monetários e em material a distribuir pelos melhores no final deste Vodafone Rally de Portugal, bem como pelos valiosos pontos que, no acumulado do final da época, lhes poderão dar acesso ao Grande Prémio Final, uma temporada em 2023 aos comandos de uma viatura da Stellantis Motorsport, da categoria Rally2 num dos campeonatos de Portugal ou de Espanha, ou de Rally4 no Europeu de Ralis.

Com duas jornadas (de um total de seis) já corridas este ano, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 apresenta, provisoriamente, Diego Ruiloba e Andrés Blanco (42 pontos) nos topos dos rankings de Pilotos e de Navegadores, respetivamente. Somam oito pontos mais do que os portugueses Ernesto Cunha e Rui Raimundo (34 pontos), dupla que é seguida por outra formação espanhola, Óscar Palomo e ‘Xavi’ Moreno (25 pontos) na 3ª posição provisória. 

Recorde-se que, de acordo com o Regulamento Desportivo da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, uma vitória vale 25 pontos, um segundo lugar 20 e um terceiro 17, distribuindo-se, depois 14-12-10-8-6-4-2 pontos aos restantes integrantes do top-10.

Acrescentam-se potenciais 3-2-1 pontos às três duplas que conseguirem os três melhores tempos na Power Stage, que no caso do Vodafone Rally de Portugal será a segunda passagem pelos 18,16 quilómetros do troço de Mortágua.

Nas Equipas, a liderança é da Racing Factory (52 pontos), seguida da Terra Training (39 pontos) e da TRS (37 pontos). Estas não acumulam os pontos da Power Stage.

 

 

NOVE TROÇOS E 124,73 QUILÓMETROS CRONOMETRADOS

Prova da responsabilidade do ACP Motorsport, a secção competitiva da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA neste Vodafone Rally de Portugal 2022 corre-se entre as 18h55 desta quinta-feira (19 maio) e as 23h59 de sexta-feira (20 maio), contemplando um percurso total de 589,02 quilómetros.

Destes, 124,73 quilómetros são cronometrados, assim divididos por 9 Especiais: na quinta-feira (19 de maio): ES1 – SSS Coimbra (2,82 km; 19h03); na sexta-feira (20 de maio): ES2 / ES5 – Lousã (12,03 km; 08h08 e 12h31); ES3 / ES6 – Góis (19,33 km; 09h08 e 13h31); ES4 / ES7 – Arganil (18,72 km; 10h08 e 14h38); ES8 – Mortágua (18,16 km; 16h05); e, a fechar, ES9 – SSS Lousada (3,36 km; 19h03).

As horas indicadas referem-se ao primeiro carro na estrada, sendo que o primeiro dos 14 PEUGEOT 208 Rally4 inscritos na copa será o 76º carro a entrar nos troços, num plantel que está todo agrupado quase no final de uma lista de inscritos que contempla uma centena de viaturas.

O PEUGEOT 208 RALLY4 EM RESUMO

Estreado competitivamente em solo de Portugal em 2020, o PEUGEOT 208 Rally4 é a máquina por excelência da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, viatura de competição com assinatura da PEUGEOT Sport e da Stellantis Motorsport.

Desenvolvido com base no PEUGEOT 208 de série, o 208 Rally4 alicerça-se nos reconhecidos fatores que sublinham a excelência da marca – fiabilidade, qualidade, eficiência e, no caso dos ralis, combatividade – proposta que é atualmente recordista de vendas entre a oferta “Rally 4”, como o atesta o facto daquela divisão de motorsport ter recentemente anunciado a entrega da unidade nº 208 do 208 Rally4, num sucesso sem par a nível mundial em viaturas de copas monomarca.

Esta versão de ralis integra um motor 1.2 PureTech de 3 cilindros turbo comprimido adaptado para a competição, com um turbo maior, uma gestão eletrónica de competição Magneti Marelli, para uma potência que se eleva aos 208 cv às 5.450 rpm, alcançando-se um binário de 290 Nm às 3.000 rpm.

Caixa sequencial de cinco velocidades SADEV, diferencial autoblocante mecânico, travões de disco ventilados à frente de 330 mm (asfalto) ou 283 mm (terra) e discos sólidos atrás (290 mm), suspensão ajustável em três níveis (com compressão/afastamento de alta e baixa velocidade), são outros elementos de um conjunto com um peso mínimo de 1.080 kg (1.250 kg com equipa).

 

 

DIVISÃO EQUITATIVA ENTRE TROÇOS IBÉRICOS EM TERRA E ASFALTO

São seis os ralis que compõem o calendário da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, com três jornadas em Portugal, em pisos de terra (duas jornadas já cumpridas), e outras tantas em Espanha, em asfalto, num alinhamento que integra dois eventos do Mundial de Ralis (WRC) e outro do Europeu (ERC) da disciplina.


CALENDÁRIO DA PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022*

 

Datas Prova Piso País
11 e 12 março** Rally Serras de Fafe e Felgueiras (1ª Etapa)*** Terra Portugal
29 e 30 abril** Rali de Mortágua Terra Portugal
19 a 21 maio Vodafone Rally de Portugal (1ª Etapa)*** Terra Portugal
17 e 18 junho Rallye de Ourense Asfalto Espanha
23 e 24 setembro Rallye Villa de Llanes Asfalto Espanha
20 a 23 outubro RACC Catalunya/Rally de España (1ª Etapa)*** Asfalto Espanha

* Provisório, dependente de eventuais condicionantes que possam afetar ambos os países, decorrentes da pandemia de COVID-19; ** Provas já realizadas; *** Para efeitos de classificações e pontuações, apenas se consideram os resultados da 1ª Etapa.

 

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 tem a Pirelli como parceira, no domínio do fornecimento e assistência em termos de pneus, entre outros apoios: Vodafone, RACC e ACP.

 

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Rali de Mortágua (Final) | Vitória de Diego Ruiloba / Andrés Blanco garante-lhes a subida à liderança da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022

Com o 1º lugar alcançado no Rali de Mortágua, segunda prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA (de um total de seis), a dupla espanhola Diego Ruiloba / Andrés Blanco colocou-se, provisoriamente, no topo da tabela de pontuações da Temporada 5. Fazendo uma gestão milimétrica da prova, a equipa do 208 Rally4 #5 apenas precisou de vencer dois dos sete troços do rali viseense para bater ao cronómetro os demais candidatos à vitória e ao título de 2022.

Juntando o sucesso alcançado entre os seus pares na copa, a dupla das Astúrias somou ainda a vitória no rali em termos absolutos, ocupando o lugar de topo do respetivo pódio. Tal deve-se a uma repentina quebra na prestação dos portugueses Ernesto Cunha / Rui Raimundo na secção da tarde, eles que lideraram o rali até final da manhã. Com isso os Roberto Blach / Mauro Barreiro subiu ao 2º lugar e Andrés Marieyhara / Ariday Bonilla ao 3º, com um gap superior a 35 segundos para o vencedor.

Destaquem-se as várias lutas que se travaram ao longo do pelotão, num rali que teve seis vencedores diferentes em sete troços e quatro líderes. Registaram-se sucessivas trocas de lugares entre os pilotos da frente e ao longo do pelotão, o que é demonstrativo da enorme competitividade da copa e do equilíbrio na preparação das viaturas.

Claro foi, também, o domínio dos 208 Rally4 da copa nesta prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis de 2 Rodas Motrizes, ocupando todos os lugares do pódio absoluto e daqui até ao 7º lugar, sublinhando a excelência deste produto made by PEUGEOT Sport.

Líderes da copa à entrada deste rali, Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno começaram mal na SuperEspecial de ontem, para depois vencerem um troço e logo a seguir abandonarem. A vitória de Ruiloba / Blanco e o melhor tempo na PowerStage permitiu-lhes assumirem a liderança da copa, tendo uma vantagem de 8 pontos sobre Cunha / Raimundo, os melhores portugueses.

Finda esta jornada, fica por disputar no nosso país o Vodafone Rally de Portugal, cuja 1ª Etapa (19 e 20 de maio) serve de espinha dorsal ao terceiro encontro da época, também ele em pisos de terra. Seguir-se-ão, já em Espanha, três ralis em asfalto, para se consagrar os Campeões da Temporada 5 da iniciativa da PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, com o apoio logístico da Sports & You.

 

 

A DUPLA DAS ASTÚRIAS QUE CONQUISTOU MORTÁGUA

Diego Ruiloba e Andrés Blanco estrearam-se no lugar de topo da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, com um suado, mas merecido, 1º lugar no Rali de Mortágua, 2ª prova da Temporada 5. E fizeram-no ainda melhor pois de caminho venceram, também, o rali à geral, encimando um pódio todo ele composto por unidades 208 Rally4, a viatura que serve de base à copa ibérica. Duas vitórias em troços (incluindo o da Power Stage), mais dois segundos melhores tempos e três terceiros valeram-lhe o passe para a vitória e para a liderança provisória da copa.

A dupla das Astúrias passou, assim, a ser o novo alvo dos demais candidatos ao título, grupo composto por pilotos de ambos os lados da fronteira ibérica, a que se junta um outsider vindo do Uruguai, Andrés Marieyhara, que com o seu navegador espanhol Ariday Bonilla atingiu o 3º lugar neste rali, apenas 2,9 segundos atrás do espanhol Roberto Blach, o ‘Campeão’ de 2018 da copa, navegado por Mauro Barreiro.

“Foi um rali difícil mas fantástico, que conseguimos vencer, somar mais 3 pontos da ‘Power Stage’ e, com isso, subir à liderança da copa”, comentou o muito jovem Diego Ruiloba no palanque final do Rali de Mortágua. “Começámos a atacar logo de manhã, para depois à tarde, impormos nova pressão sobre os nossos adversários, em troços que corremos com mais tranquilidade. Vencemos dois deles, incluindo a ‘Power Stage’. Quanto ao nosso 208 Rally4, quanto mais o conduzo mais quero tirar dele, um carro que esteve perfeito a 100% e que nos permitiu alcançar este objetivo, desfrutando dele muito mais aqui em Mortágua do que consegui em Fafe, um rali onde basicamente tínhamos de sobreviver e chegar ao fim”.

Do lado dos menos afortunados, destacam-se três duplas: Ernesto Cunha / Rui Raimundo, que depois de uma manhã fantástica, onde até lideraram o rali, viriam a perder à tarde muito tempo e até um lugar no pódio; Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno, que chegaram aqui na liderança da copa para um rali para esquecer, abandonando depois de fazerem o melhor tempo num troço; e Ricardo Sousa / Luis Marques, que não cumprindo a SuperEspecial foram relevados para último lugar, para  depois atacarem, fazendo um melhor tempo num troço, vindo a acabar na 7ª posição.

Destaque também para o domínio dos 208 Rally4 da PEUGEOT nesta prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro, colocando sete exemplares no top-7 da copa e à geral, decorrente do facto de ser pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis de 2 Rodas Motrizes (CPR/2RM).

ERNESTO CUNHA CONTROLA RONDA MATINAL

Arrancando manhã cedo do centro de Mortágua para os troços, o primeiro confronto entre os PEUGEOT 208 Rally4 iniciou-se nos 7,75 km da ES2 – Mortágua 1 onde Óscar Palomo / ‘Xavi’ foram os mais rápidos. Rodando muito atrasados, devido ao problema de ontem, viriam a abandonar logo a seguir.

Foi nessa ES2 que se deu a primeira troca de líder, com Diego Ruiloba e Andrés Blanco a assumirem o 1º lugar, depois de serem os segundos mais rápidos. Por seu lado, José Loureiro e Valter Cardoso, os primeiros líderes do rali, caiam para 4ºs. Em Laceiras 1 era Ernesto Cunha e Rui Raimundo quem surgia na frente dos 208 Rally4, após um 3º tempo na ES2, troço onde Andrés Marieyhara e Ariday Bonilla foram os mais rápidos, subindo três lugares de uma assentada, até à 5ª posição. Depois, nos 19,09 km da especial de Aguieira 1, Ricardo Sousa / Luis Marques deixavam a sua marca, eles que rodavam atrasados, devido ao percalço da véspera.

Finda a manhã e sem ganhar qualquer troço – foi 2º na ES1 e na ES3, 3º na ES2 e na ES4 – mas com um andamento muito equilibrado, Ernesto Cunha liderava a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA e o Rali de Mortágua como um todo, terminando-a com a mais pequena das vantagens (um décimo de segundo) para o espanhol Diego Ruiloba. Já Robert Blach / Mauro Barreiro eram os 3ºs, a 14,6 segundos dos líderes.

Colocando cinco 208 Rally4 no top-5 – a seguir a Cunha, Ruiloba e Blach surgiam Andrés Marieyhara, uruguaio que, entretanto, ultrapassava José Loureiro, assegurando uma confortável vantagem de 42,4 segundos – a marca PEUGEOT sublinhava o domínio na prova. Em termos de copa ibérica, a classificação completava-se com Ricardo Sousa, Iago Gabeiras e Paulo Roque.

À tarde cumprir-se-ia a mesma sequência de troços, trazendo consigo dois novos vencedores. Se nas quatro primeiras especiais do rali os mais rápidos foram José Loureiro (ES1), Óscar Palomo (ES2), Andrés Marieyhara (ES3) e Ricardo Sousa (ES4), em Mortágua 2 o mais lesto viria a ser Diego Ruiloba e em Laceiras 2 tal posição de destaque ficou para Iago Gabeiras.

O derradeiro troço deste Rali de Mortágua, Aguieira 2 (19,09 km), assumia o estatuto de Power Stage, tornando-se ainda mais apetecível, já que se atribuíam pontos extra às equipas mais rápidas (3, 2 e 1 ponto, respetivamente). Ruiloba venceu (foi o único a fazer o bis em todo o rali) seguido de Blach e Gabeiras. Pela negativa ficou a fraca prestação de Cunha, que com o muito tempo perdido caiu duas posições na geral, sendo ultrapassado por Blach e por Marieyhara.

Finda a secção competitiva, os concorrentes rumaram ao Parque de Assistência e, dali, ao pódio final de consagração, onde Diego Ruiloba e Andrés Blanco festejaram não só a vitória na PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, como o 1º lugar em termos absolutos neste evento do CAC, para além do troféu de Melhor Junior. A Equipa que mais pontos somou neste evento, conquistando, com isso, para além do troféu, um set de 4 pneus Pirelli foi a TRS, estrutura técnica que inscreveu os 2º e 3º classificados.

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA – RALI DE MORTÁGUA (2ª prova, de um total de 6)

CLASSIFICAÇÃO GERAL (FINAL)*

 

1º Diego Ruiloba (1º Junior) / Andrés Blanco, 1h01m28,1s

2º Roberto Blach (2º Junior) / Mauro Barreiro, a 37,4s

3º Andres Marieyhara / Ariday Bonilla, a 40,3s

4º Ernesto Cunha / Rui Raimundo, a 47,3s

5º lago Gabeiras (3º Júnior) / ‘Jandrin’ Lopez, a 2m51,0s

6º José Loureiro / Valter Cardoso, 3m10,3s; 7º Ricardo Sousa / Luis Marques, a 3m37,2s; 8º Paulo Roque / Tiago Teixeira, a 8m19,6s.

 

Abandonos: Pedro Antunes / Paulo Lopes (não alinhou; Covid-19); Santiago Garcia (Junior) / Nestor Casal (ES1); Delbin García (Junior) / Diego Cruz (ES2); Óscar Palomo (Junior) / ‘Xavi’ Moreno (ES3); Luis Morais / Helena Maia (ES4).

 

Todos em PEUGEOT 208 Rally4

 

* Classificação provisória até à publicação dos resultados oficiais pela organização da prova.

 

NOVOS LÍDERES DAS DIFERENTES VERTENTES DA COPA

Com as pontuações distribuídas aos concorrentes que terminaram esta segunda jornada de 2022, surgem agora no topo dos rankings de Pilotos e Navegadores os nomes de Diego Ruiloba e Andrés Blanco (42 pontos), oito mais do que Ernesto Cunha e Rui Raimundo (34 pontos), relegando Óscar Palomo e ‘Xavi’ Moreno (25 pontos) para a 3ª posição na copa.

Nas Equipas, a liderança é agora pertença da Racing Factory (52 pontos), seguida da Terra Training (39 pontos) e da TRS (37 pontos). (Ver detalhe nas Tabelas de Pontuações em anexo).

Seguir-se-á o Vodafone Rally de Portugal, do qual a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA aproveita os dois primeiros dias (19 e 20 de maio) para estruturar o que será o terceiro encontro em terra do ano, colocando um ponto final no périplo português. Seguir-se-ão os três restantes ralis da época, todos em Espanha e em pisos de asfalto.

Sublinhe-se, ainda, a participação neste Rali de Mortágua do PEUGEOT e-208 100% elétrico como “Carro 00”, unidade que passou antes dos concorrentes entrarem nos troços, para garantir as necessidades de segurança da prova. Conduzido por José Pedro Fontes, piloto da Stellantis Motorsport e promotor da copa ibérica, com a navegadora Ana Gonçalves a seu lado, voltará a ser usado em pelo menos um dos ralis espanhóis da copa. O e-208 100% elétrico é um dos modelos que sublinha a transição energética da marca PEUGEOT, sendo um ator de referência no panorama automóvel nacional, desde o seu lançamento comercial em Portugal, nomeadamente no segmento de dos modelos citadinos elétricos, como também no mercado dos Veículos Elétricos como um todo.

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 tem a Pirelli como parceira e os apoios da Vodafone, RACC e ACP.

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– Imagens da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA para imprensa (livres de direitos editoriais) em

https://aifa.smugmug.com/Motorsport/Peugeot-Rally-Cup

 

 

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José Loureiro / Valter Cardoso são os primeiros líderes da copa ibérica e do rali à geral

Registando o melhor tempo nos 2,2 quilómetros da SuperEspecial de abertura do Rali de Mortágua, a dupla portuguesa José Loureiro / Valter Cardoso assume-se como primeira líder da que é a segunda prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022.

 

No troço espetáculo em asfalto desenhado no centro desta vila viseense que dá nome ao rali, a dupla do PEUGEOT 208 Rally4 #16 impôs-se por 2,1 segundos à montada idêntica de Ernesto Cunha / Rui Raimundo, juntando mais cinco décimas ao tempo de Diego Ruiloba / Andrés Blanco, os seus principais adversários neste mini confronto.

 

Uma particularidade, pelo facto desta prova ser pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis de 2 Rodas Motrizes, leva a que a dupla Loureiro / Cardoso ocupe, neste momento, o 1º lugar do rali em termos absolutos, num primeiro dia que termina com nada menos do que oito PEUGEOT 208 Rally4 nos nove primeiros lugares, dois deles no pódio provisório. Pode, assim, antever-se que os seus pilotos venham a lutar entre si não só pelos pontos da copa, como pelos três lugares do pódio da geral absoluta.

 

Amanhã, após esta espécie de aperitivo noturno corrido em pisos de asfalto, tem início o verdadeiro rali, contemplando três classificativas em pisos de terra, em formato de dupla passagem, num total de 81,84 quilómetros cronometrados. Pela vitória já não poderão lutar Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno, o atual líder da copa, e Ricardo Sousa / Luis Marques, à data os terceiros mais pontuados, pois apesar de curto, este primeiro palco mostrou-se madrasto para as suas aspirações. Fora de prova ficou também Santiago Garcia / Nestor Casal.

 

Destaque-se a estreia absoluta em termos de ralis nacionais, a passagem de um automóvel 100% elétrico, no caso um PEUGEOT e-208 como “Carro 00”, de apoio à segurança da prova, elemento que sublinha a transição elétrica da marca PEUGEOT, num processo que é transversal ao Grupo Stellantis em que se integra.

 

 

 

 

LOUREIRO E CARDOSO: LÍDERES DA COPA E DO RALI À GERAL

 

Foram onze os PEUGEOT 208 Rally4 que completaram o traçado urbano desenhado no centro de Mortágua, troço-espetáculo que abriu o Rali de Mortágua, segunda prova da Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022. Totalizando uns meros 2,2 quilómetros cronometrados e já a contar para o resultado final, a especial mostrou-se mais clemente para uns do que para outros, nomeadamente para o atual líder da copa.

 

Num rali quase totalmente corrido em pisos de terra, esta Super-Especial em asfalto foi uma espécie de exceção, obrigando os concorrentes a equilibrar as afinações de terra das suas viaturas com a especificidade dos pneus Pirelli sobre este piso mais abrasivo, processo em tudo semelhante a outras jornadas da copa (ver Fafe, há cerca de mês e meio).

 

Em termos competitivos, coube à dupla José Loureiro / Valter Cardoso alcançar aqui o melhor tempo no mini-troço, batendo os seus mais diretos adversários em apenas 2,1 e 2,6 segundos, as distâncias a que ficaram Ernesto Cunha / Rui Raimundo e Diego Ruiloba / Andrés Blanco, respetivamente.

 

Tal como acontecera em Fafe, também aqui vários pilotos optaram por cuidados redobrados, não arriscando em demasia, evitando-se algum percalço que lhes pudesse comprometer o resultado final. Se o top-6 coube em apenas 3,3 segundos, as 10 equipas que cumpriram a Super-Especial em condições normais ficaram num intervalo de 8,5 segundos, diferencial entre o mais e o menos rápido.

 

Neste grupo não se incluem três equipas: Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno, os atuais líderes da copa, e Ricardo Sousa / Luis Marques, à data os terceiros mais pontuados, ou ainda Santiago Garcia / Nestor Casal. Apesar de curto, este primeiro palco mostrou-se madrasto para as suas aspirações, impedindo-os de amanhã poderem lutar pela vitória absoluta. Caso resolvam, durante a noite, as questões que os afetaram, o máximo que poderão fazer é lutar pelo regresso ao top-10 da copa.

 

Acrescente-se o facto de que, com este resultado, José Loureiro e Valter Cardoso ocupam a liderança provisória entre os seus pares na copa, mas também o 1º lugar em termos absolutos no rali. Pontuável apenas para o Campeonato de Portugal de Ralis de 2 Rodas Motrizes (CPR/2RM), este rali permite evidenciar as amplamente confirmadas capacidades e competitividade deste produto da PEUGEOT Sport para a Competição Cliente, modelo que, não raras vezes, entra em luta direta com viaturas de escalões superiores. Neste momento dos nove primeiros lugares, oito são ocupados por unidades 208 Rally4, pelo que poder-se-á, facilmente, perspetivar que um ou mais candidatos ao título da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA possam vir a terminar num dos lugares do pódio final da prova, ou até mesmo vencendo-a à geral.

 

 

 

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA – RALI DE MORTÁGUA

CLASSIFICAÇÃO GERAL (APÓS SS1)*

 

1º José Loureiro / Valter Cardoso, 1m47,0s

2º Ernesto Cunha / Rui Raimundo, a 2,1s;

3º Diego Ruiloba (1º Junior) / Andrés Blanco, a 2,6s;

4º lago Gabeiras (2º Júnior) / Alejandro ‘Jandrin’ Lopez, a 2,8s

5º Delbin García (3º Junior) / Diego Cruz, a 3,2s;

6º Roberto Blach (4º Junior) / Mauro Barreiro, a 3,3s; 7º Luis Morais / Helena Maia, a 4,5s; 8º Andres Marieyhara / Ariday Bonilla, a 5,8s; 9º Paulo Roque / Tiago Teixeira, a 6,9s; 10º Gonçalo Fernandes (4º Junior) / Jorge Henriques, a 8,5s; 11º Óscar Palomo (5º Junior) / Javier ‘Xavi’ Moreno, a 2m45,5s; 12º Ricardo Sousa / Luis Marques, a 3m00,0s; 13º Santiago Garcia (6º Junior) / Nestor Casal, a 3m00,0s.

 

Abandono: Pedro Antunes / Paulo Lopes (não alinhou)

 

Nota: Ao não terem completado a ES1 e, consequentemente, a 1ª Secção da prova, Ricardo Sousa e Santiago Garcia poderão, ainda assim, regressar amanhã em Rally2/SuperRally, sendo que já não poderão pontuar para a copa.

 

Todos em PEUGEOT 208 Rally4

 

* Classificação provisória até à publicação dos resultados oficiais pela organização da prova.

 

 

RALI DE MORTÁGUA 2022 – OS HORÁRIOS DE SÁBADO**

 

Nada está, naturalmente, decidido, já que o grosso da prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro correr-se-á amanhã (sábado), entre as 9h00 e as 16h45, com partida e chegada do centro de Mortágua, onde também se localiza o Parque Fechado. Os candidatos ao título de 2022 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA terão pela frente uma dupla passagem por três classificativas, todas em pisos de terra, num total de 81,84 quilómetros cronometrados.

 

O dia começa às 09h00 frente à respetiva Câmara Municipal, onde os coloridos 208 Rally4 rumam ao Parque de Assistência (09h10/09h25), para depois se enfrentarem na primeira ronda – Mortágua 1 (7,75 km; às 09h38), Laceiras 1 (13,08 km; às 10h21) e Aguieira 1 (19,09 km; às 11h09) – numa manhã que termina com uma nova ida às assistências (13h10/13h30).

 

À tarde repete-se a mesma sequência de troços, com Mortágua 2 a ter início às 13h53, Laceiras 2 às 14h36 e Aguieira 2 às 15h24, tendo este último troço a particularidade de servir de Power Stage, dando pontos extra às equipas que fizerem os três melhores tempos (3, 2 e 1 ponto, respetivamente). Finda a secção competitiva, os concorrentes ainda passam pelo Parque de Assistência (16h24/16h34), antecedendo a subida ao pódio final de consagração.

 

Outra particularidade deste Rali de Mortágua é o facto da organização contar com os préstimos de um PEUGEOT e-208 100% elétrico como “Carro 00”, viatura que está as ser conduzida por José Pedro Fontes, piloto da Stellantis Motorsport e promotor da copa ibérica. Passando antes dos concorrentes entrarem no troço, o modelo sublinha a transição energética abraçada pela marca PEUGEOT, da qual já é um ator de referência em Portugal.

 

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 tem como parceira a Pirelli e os apoios da Vodafone, RACC e ACP.

 

* Nota: horas referenciais para o primeiro carro na estrada.

 

 

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Catorze 208 Rally4 em confronto na segunda jornada da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022

Depois de um Rally Serras de Fafe repleto de emoção, onde Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno conseguiram a vitória na jornada inaugural da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, a Temporada 5 prossegue este fim de semana na região de Viseu, com o Rali de Mortágua, que se espera igualmente competitivo.

 

Serão, neste segundo rali em pisos de terra da época, 14 as duplas que se perfilam para lutar pela vitória, com as batalhas a fazerem-se na dupla ronda por 4 troços – Super-Especial (2,20 km), Mortágua (7,75 km), Laceiras 13,08 km) e Aguieira (19,09 km) – num percurso cronometrado de 84,24 quilómetros.

 

Na prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro (CAC) estarão, não só os vencedores da jornada de Fafe, como todos os seus principais adversários candidatos aos títulos de 2022. Além da Copa, os competitivos PEUGEOT 208 Rally4 poderão ter também uma palavra a dizer em termos de classificação geral do rali, pois o grosso do pelotão presente é constituído por viaturas de 2 Rodas Motrizes.

 

Suportando a transição energética da marca PEUGEOT e sublinhando o seu compromisso para com o desporto automóvel, esta segunda prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, iniciativa coorganizada pela PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, com o apoio da Sports & You, irá contar com um e-208 100% elétrico como “Carro de Segurança”, em apoio à organização, abrindo os troços antes da passagem dos concorrentes.

 

 

ÓSCAR PALOMO APOSTADO EM ALCANÇAR A SEGUNDA VITÓRIA DO ANO

 

Andres Marieyhara, Delbín Garcia, Diego Ruiloba, Ernesto Cunha, Gonçalo Fernandes, lago Gabeiras, José Loureiro, Luis Morais, Paulo Roque, Pedro Antunes, Ricardo Sousa, Roberto Blach e Santiago Garcia. São estes os pilotos que pretendem alcançar em Mortágua o que Óscar Palomo conseguiu em Fafe: a vitória entre os concorrentes da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

 

Aos comandos dos competitivos PEUGEOT 208 Rally4, todos têm pela frente um rali muito exigente, em pisos de terra, apostando não só nas suas próprias competências ao volante, como também nas características de robustez e fiabilidade demonstradas pela proposta desenvolvida pela PEUGEOT Sport para as múltiplas copas que se correm um pouco por todo o mundo com este modelo.

 

Vários exemplares defrontam-se, com regularidade, em Portugal e Espanha, nos seis ralis que compõem a competição coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha, com o apoio logístico da estrutura da Sports & You. Neste fim de semana que se aproxima estarão, assim, 14 deles a lutar pela vitória em Mortágua, contando a bordo com um grupo muito heterogéneo de pilotos e navegadores, entre nomes de créditos firmados e jovens esperanças dos ralis, de ambos os lados da fronteira, mas também do Uruguai, nacionalidade de um dos condutores.

 

Todos estarão em luta, não só pelos prémios monetários e em material que voltam a estar em jogo nesta prova, mas tendo o foco principal no Grande Prémio Final, a atribuir no final da Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, nada menos do que uma temporada em 2023 aos comandos de uma viatura da Stellantis Motorsport, divisão de competição do grupo industrial automóvel, num dos campeonatos de Portugal ou de Espanha.

 

OITO TROÇOS E 84,24 QUILÓMETROS CRONOMETRADOS

 

Para isso irá contribuir o número de pontos que vierem a somar neste Rali de Mortágua, prova que se corre entre o final da manhã e a noite desta sexta-feira e grande parte do dia de sábado (29 e 30 de abril), rali de percurso compacto (162,79 quilómetros), sendo a doer os 84,24 quilómetros cronometrados, correspondentes à dupla ronda pelos troços de Mortágua (7,75 km), Laceiras 13,08 km) e Aguieira (19,09 km), todos no sábado, a que se junta uma Super-Especial (2,20 km), também percorrida por duas vezes, na noite do primeiro dia.

 

Destacando-se por ser uma das três jornadas portuguesas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 (as restantes três correr-se-ão em Espanha), bem como por ser apenas pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis – 2RM, a prova do Clube Automóvel do Centro (CAC) poderá, assim, permitir que os 208 Rally4 assumam posições bastante significativas dentro do top-10 final, quiçá podendo até discutir um lugar no pódio do rali à geral.

 

Acrescente-se que a prova tem início e termina na frente à Câmara Municipal de Mortágua, tendo o seu centro nevrálgico no Centro Educativo e o Parque de Assistência na Expo. Antes da saída para a estrada do rali, cumprem-se, ao fim da manhã de sexta-feira, num troço na região de Gândara, os treinos livres, o Qualifying que definirá a ordem de saída para a estrada e o Shakedown.

 

 

 

 

RALI DE MORTÁGUA 2022 – LISTA DE INSCRITOS

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022

 

Nº Piloto Nacionalidade Navegador Nacionalidade
4 Diego Ruiloba Espanha Andrés Blanco Espanha
5 Óscar Palomo Espanha Javier ‘Xavi’ Moreno Espanha
6 Andres Marieyhara Uruguai Ariday Bonilla Espanha
8 Ernesto Cunha Portugal Rui Raimundo Portugal
9 Santiago Garcia Espanha Nestor Casal Espanha
10 Delbín Garcia Espanha Diego Cruz Espanha
11 Ricardo Sousa Portugal Luis Marques Portugal
12 lago Gabeiras Espanha Alejandro ‘Jandrin’ López Espanha
15 Roberto Blach Espanha Mauro Barreiro Espanha
16 José Loureiro Portugal Valter Cardoso Portugal
17 Pedro Antunes Portugal Paulo Lopes Portugal
23 Gonçalo Fernandes Portugal Jorge Henriques Portugal
28 Luis Morais Portugal Helena Maia Portugal
44 Paulo Roque Portugal Tiago Teixeira Portugal

 

 

Acrescente-se que a organização da copa fará alinhar um PEUGEOT e-208 100% elétrico como “Carro de Segurança” (“Carro 00”), em apoio à respetiva organização, conduzido por José Pedro Fontes, piloto da Stellantis Motorsport e promotor desta copa ibérica. Sublinha-se assim a transição energética abraçada pela marca PEUGEOT, da qual já é um ator de referência em Portugal.

 

 

ÓSCAR PALOMO E ‘XAVI’ MORENO, OS PRIMEIROS LÍDERES DA COPA

 

Com apenas uma jornada (de um total de seis) corrida em 2022, as pontuações da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 estão assim distribuídas: vitoriosos em Fafe, Óscar Palomo e ‘Xavi’ Moreno (25 pontos) surgem no topo dos rankings de Pilotos e Navegadores, tendo atrás de si Ernesto Cunha / Rui Raimundo (20 pontos) e Ricardo Sousa / Luis Marques (17 pontos). No que se refere às Equipas, a que saiu de Fafe mais pontuada foi a Mavisa (33 pontos).

 

Recorde-se que, de acordo com o Regulamento Desportivo, uma vitória vale 25 pontos, um segundo lugar 20 e um terceiro 17, distribuindo-se, depois, uma sequência de 14-12-10-8-6-4-2 pontos aos restantes integrantes do top-10. Acrescenta-se a isto uma potencial pontuação de 3-2-1 pontos às três duplas que conseguirem os três melhores tempos na última Especial do rali, a chamada Power Stage, que no caso será a segunda passagem pelos 19,09 quilómetros de Aguieira. Em Fafe não se distribuiu esta pontuação pois o último troço foi neutralizado para os pilotos da copa.

 

 

O PEUGEOT 208 RALLY4 EM RESUMO

 

Estreado competitivamente em solo de Portugal em 2020, o PEUGEOT 208 Rally4 é a máquina por excelência da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, viatura de competição com assinatura da PEUGEOT Sport e da Stellantis Motorsport.

 

Desenvolvido com base no PEUGEOT 208 de série, o 208 Rally4 alicerça-se nos reconhecidos fatores que sublinham a excelência da marca – fiabilidade, qualidade, eficiência e, no caso dos ralis, combatividade – proposta que é atualmente recordista de vendas entre a oferta “Rally 4”.

 

Neste capítulo, destaque-se o facto de, recentemente, aquela divisão de motorsport ter anunciado a entrega da unidade nº 208 do 208 Rally4, num sucesso sem par a nível mundial em viaturas de copas monomarca.

 

Integra um motor 1.2 PureTech de 3 cilindros turbo comprimido adaptado para a competição, com um turbo maior, uma gestão eletrónica de competição Magneti Marelli, numa versão de ralis cuja potência se eleva aos 208 cv às 5.450 rpm, alcançando um binário de 290 Nm às 3.000 rpm.

 

Caixa sequencial de cinco velocidades SADEV, diferencial autoblocante mecânico, travões de disco ventilados à frente de 330 mm (asfalto) ou 283 mm (terra) e discos sólidos atrás (290 mm), suspensão ajustável em três níveis (com compressão/afastamento de alta e baixa velocidade), são outros elementos de um conjunto com um peso mínimo de 1.080 kg (1.250 kg com equipa).

 

 

TRÊS RALIS EM TERRA EM PORTUGAL, TRÊS EM ASFALTO EM ESPANHA

 

São seis os ralis que compõem o calendário da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, com três jornadas em Portugal, em pisos de terra, e outras tantas em Espanha, em asfalto, num alinhamento que inclui dois eventos pontuáveis para o Mundial de Ralis (WRC) e também um do Europeu (ERC) da disciplina.

 

CALENDÁRIO DA PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022*

 

Datas Prova Piso País
11 e 12 março Rally Serras de Fafe e Felgueiras (1ª Etapa)** Terra Portugal
29 e 30 abril Rali de Mortágua Terra Portugal
19 a 21 maio Vodafone Rally de Portugal (1ª Etapa)** Terra Portugal
17 e 18 junho Rallye de Ourense Asfalto Espanha
23 e 24 setembro Rallye Villa de Llanes Asfalto Espanha
20 a 23 outubro RACC Catalunya/Rally de España (1ª Etapa)** Asfalto Espanha

* Provisório, dependente de eventuais condicionantes que possam afetar ambos os países, decorrentes da pandemia de COVID-19; ** Para efeitos de classificações e pontuações, apenas se consideram os resultados da 1ª Etapa.

 

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 volta a ter a Pirelli como parceira, no domínio do fornecimento e assistência em termos de pneus, entre outros apoios: Vodafone, RACC e ACP.

 

 

 

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Rally Serras de Fafe (Final) | Vitória incontestada de Óscar Palomo e ‘Xavi’ Moreno no primeiro encontro de 2022 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA

Registando os melhores tempos em quatro das cinco Especiais que hoje se correram nas serras do Minho (das oito que estavam inicialmente previstas), a dupla espanhola Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno chamou a si a vitória na jornada inaugural da Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, a 1ª Etapa do Rally Serras de Fafe – Felgueiras – Cabreira e Boticas, numa quilometragem reduzida em face da intempérie que se abateu sobre a região, com consequência para o estado dos troços.

 

Aproveitando o facto de contar com uma ordem de entrada nos troços um pouco mais favorável do que a dos seus adversários, o piloto madrileno começou por infligir um duro golpe nas pretensões dos demais, conquistando logo na primeira classificativa do dia um avanço considerável, para depois continuar a cimentar a sua liderança do longo do rali. No final reuniu um pecúlio de pontos que o colocam, bem como ao seu navegador, na liderança provisória dos rankings da copa.

 

Atrás de si terminaram Ernesto Cunha / Rui Raimundo e Ricardo Sousa / Luis Marques, duplas que se entregaram à luta possível pelos restantes lugares do pódio, eles que beneficiaram do abandono de Pedro Antunes / Paulo Lopes, numa altura em que tentavam chegar ao 1º lugar.

 

Destaque-se o plantel de 14 PEUGEOT 208 Rally4 que, ao longo deste muito chuvoso dia de sábado, tentou evoluir o máximo que pôde nas cada vez mais destruídas classificativas em terra da região, sendo que, apesar das dificuldades visíveis, voltou a ficar patente a elevada robustez mecânica e fiabilidade das máquinas francesas, devendo-se os abandonos a outros fatores.

 

Findo este rali, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 irá rumar à envolvente de Mortágua, para o segundo encontro do ano, de um total de seis, que se espera venha a ser também muito disputado. Será no fim-de-semana de 29 e 30 de abril, no Rali de Mortágua.

 

 

 

 

Depois de ontem ter gerido o andamento na SuperEspecial de Fafe, hoje a dupla espanhola Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno sublinhou ao que veio nesta Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, assinando uma contundente vitória! Nada menos do que 3 minutos e 38,6 segundos os separaram, no final dos cinco troços efetivamente corridos (dois foram anulados e um foi neutralizado), dos ocupantes do segundo degrau do pódio, Ernesto Cunha / Rui Raimundo, deixando ainda mais longe, a mais de quatro minutos, os terceiros classificados Ricardo Sousa / Luis Marques neste Rally Serras de Fafe, dificultado pela muita chuva.

 

“Estamos naturalmente muito felizes com esta vitória, eu, o ‘Xavi’ e o resto da equipa”, começou por dizer Óscar Palomo, após o final do rali. “É muito bom começar assim, se bem que tenha sido um rali muito difícil, com a chuva e o nevoeiro a complicarem o nosso trabalho. Ontem começámos com cautela, num troço onde não arriscámos um problema, e hoje atacámos logo na primeira especial, muita técnica e onde sabíamos poder marcar a diferença para o resto do rali, antes de começar a chover mais e os troços ficarem mais estragados. Vamos agora para Mortágua lutar por mais uma vitória, rumo ao título de 2022”.

 

Por inerência de estarem inscritos na prova internacional, a dupla espanhola irá amanhã continuar a prova ao volante do seu PEUGEOT 208 Rally4 #34, em defesa das cores do Rallye Team Spain, que representa oficialmente no FIA ERC 2022, tentando completar a 2ª Etapa da prova portuguesa e alcançar o melhor resultado possível na categoria ERC4 e entre os carros com duas rodas motrizes.

 

PALOMO E ANTUNES AO ATAQUE NA RONDA MATINAL

 

Foram 14 os PEUGEOT 208 Rally4 que se apresentaram esta manhã à partida do segundo dia da prova organizada pela Demoporto. Depois do aperitivo de ontem, do troço espetáculo em asfalto desenhado no centro da cidade, os concorrentes teriam, inicialmente, pela frente 8 Especiais, todas em terra, 109,40 km cronometrados que, entretanto, se veriam delapidados em 43,84 km, fruto da anulação de duas e da neutralização de outra, a que seria a última do rali.

 

Questões de segurança, decorrentes da elevada deterioração dos pisos, pelas inclementes chuvas e granizo que fustigaram a região ao longo de todo o dia, e o facto de os carros de tração integral cavarem valas à sua passagem, fez com que as viaturas de duas rodas motrizes – grupo em que os 208 Rally4 da copa se integram – tivessem bastantes dificuldades em progredir no terreno, em especial na ronda da tarde.

 

Reduzidos a cinco troços, o denominador comum em quatro deles foi a dupla espanhola Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno, ao garantir os melhores tempos e, com isso, construir o que viria a ser uma muito molhada vitória no rali minhoto. O principal golpe dado aos seus adversários aconteceu logo na primeira especial da manhã, os 15,05 km de Boticas 1, em que deixaram Ernesto Cunha / Rui Raimundo, os segundos mais rápidos, a uns muito distantes 54,9 segundos, e Pedro Antunes / Paulo Lopes, os terceiros, a 55,8 segundos, eles que haviam sido os vencedores da especial noturna da véspera.

 

A partir daí, o 208 Rally4 #34 com as cores do Rallye Team Spain esteve sempre atenta ao que Pedro Antunes ia alcançando nos troços. Óscar Palomo venceu a ES2 e a ES3, alargando a sua vantagem para 59,1 segundos, mas o rival português não baixava os braços e, de uma assentada, recuperava-lhe 20,3 segundos na ES5.

 

Atrás deles as lutas concentravam-se entre Ernesto Cunha e Ricardo Sousa / Luis Marques, acabando a ronda matinal com uma diferença de 50,5 segundos, com vantagem para o primeiro. Logo atrás, já a 38,7 segundos, vinham os melhores dos rookies da copa 2022, a dupla Luís Morais / Helena Maia, tendo subido uma posição à geral, tal como os também estreantes Diego Ruiloba / Andrés Blanco, com o prejuízo da dupla Iago Gabeiras / ‘Jandrin’.

 

Ferrán Aymerich / Roger Aymerich, José Loureiro / Valter Cardoso e Paulo Roque / Tiago Teixeira fechavam, à altura, o top-10, de um grupo que se completava com Luis Martínez / Juan Varela (11ºs) e Alberto San Segundo / Eva Navas (12ºs), dupla que, apesar de estar em prova, já não podia pontuar, pois não tendo completado o troço de ontem foi penalizada e regressou hoje em Rally2/SuperRally.

 

PALOMO SEM PRESSÃO COM O ABANDONO DE ANTUNES

 

À semelhança do que se passou de manhã, com a anulação da ES3 – Vieira do Minho 1, também a tarde se viu depauperada de um troço, no caso os 15,05 km de Boticas 2 (ES6), que, em situação normal, abriria a última secção da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA neste Rally Serras de Fafe. Os concorrentes rumaram, assim, a Cabeceiras de Basto 2 onde, findos os seus 10,84 km, Óscar Palomo voltava a impor-se, registando o melhor tempo, mas onde também beneficiou do abandono de Pedro Antunes, o seu rival mais direto.

 

Ernesto Cunha ascendeu, assim, ao 2º lugar mas sem pensar em bater o líder, pois a diferença para o mesmo era já de uns longínquos 2 minutos e 10,3 segundos, gap que se elevou a 3 minutos e 38,6 segundos após a especial seguinte, onde Óscar Palomo voltou a ser o mais rápido. Ernesto Cunha viu Ricardo Sousa aproximar-se, para entrarem para a última especial separados por uma margem de 29,7 segundos.

 

Com o abandono do ‘Campeão’ de 2020, todos os demais haviam subido pelo menos uma posição à geral, ainda que Diego Ruiloba, com o 2º tempo na ES7, tenha ganho 25,8 segundos a Luis Morais, ultrapassando-o à geral e passando a ser o melhor entre os estreantes. Atrás deles assistia-se a outra luta, protagonizada pelos 208 Rally4 de Ferrán Aymerich e de José Loureiro, eles que quase se igualaram no tempo da ES7, para na ES8 o português lhe ganhar uns expressivos 48,1 segundos, roubando-lhe a 6ª posição na geral da copa. Os demais já tinham fossos muito significativos de tempo entre eles, pelo que mantinham as suas posições relativas.

 

E eis que chegava o tão aguardado derradeiro troço do Rally Serras de Fafe, o icónico Luilhas 2 que, com os seus 11,86 km e, no final, o famoso “Salto da Pedra Sentada (vulgo “Salto de Fafe”), se iria apresentar com o rótulo de Power Stage, no que seria uma estreia na PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022. Só que, fruto do estado cada vez mais degradado dos pisos, a organização neutralizou essa ES9, impedindo que os 208 Rally4 a realizassem competitivamente e se batessem pelos pontos que estariam guardados para os três mais rápidos. Essa estreia fica, assim, adiada para a próxima prova da copa, em Mortágua.

 

Em face disso, Óscar Palomo e ‘Xavi’ Moreno garantiam, antecipadamente, uma merecida vitória na copa – começou a época a vencer, tal como o fizera em 2021 – acumulando o piloto de Madrid o troféu de Melhor Junior, com uma farta vantagem de tempo sobre os demais. Ernesto Cunha / Rui Raimundo e Ricardo Sousa / Luis Marques terminaram com uma diferença entre si de 29,7 segundos e os melhores rookies foram os espanhóis Diego Ruiloba / Andrés Blanco, batendo os portugueses Luis Morais / Helena Maia.

 

Finda a primeira prova do ano da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, a Classificação Geral (provisória) do Rally Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas apresenta-se assim:

 

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA – CLASSIFICAÇÃO GERAL*

 

1º Óscar Palomo (1º Júnior) / Javier ‘Xavi’ Moreno, a 1h02m25,1s

2º Ernesto Cunha / Rui Raimundo, a 3m38,6s;

3º Ricardo Sousa / Luis Marques, a 4m08,3s;

4º Diego Ruiloba (2º Júnior) / Andrés Blanco, a 5m01,5s;

5º Luis Morais / Helena Maia, a 6m05,5s

6º José Loureiro / Valter Cardoso, a 9m23,2s

7º Ferrán Aymerich (4º Júnior) / Roger Aymerich, a 9m55,6s;

8º Paulo Roque / Tiago Teixeira, a 18m12,4s

9º Alberto San Segundo / Eva Navas, a 19m51,4s; Nota: não pontua (Rally2/SuperRally)

 

Abandonos: Santiago Garcia (Junior) / Nestor Casal (não alinhou à partida); Roberto Blach (Junior) / Mauro Barreiro (não arrancou para o Dia 2); Andres Marieyhara / Aridai Bonilla (ES2, acidente); Delbín García (Junior) / Diego Cruz (ES3, saída de estrada); Pedro Antunes / Paulo Lopes (ES7, acidente); 12º Luis Martinez / Juan Varela (ES7, mecânica); lago Gabeiras (Júnior) / ‘Jandrin’ (ES7, amortecedor).

 

Todos em PEUGEOT 208 Rally4

 

* Classificação provisória até à publicação dos resultados oficiais pela organização da prova.

 

PALOMO E MORENO NO TOPO DOS RANKINGS

 

Com as pontuações distribuídas aos concorrentes que terminaram esta primeira prova do ano – 25 pontos aos vencedores, 20 e 17 pontos aos 2ºs e 3ºs classificados, e depois 14-12-10-8-6-4-2 pontos até final do top-10, surgem naturalmente no topo dos rankings de Pilotos e Navegadores os nomes de Óscar Palomo e de ‘Xavi’ Moreno, ambos somando os correspondentes 25 pontos da vitória.

 

Atrás deles estão, neste momento, Ernesto Cunha / Rui Raimundo (20 pontos) e Ricardo Sousa / Luis Marques (17 pontos), numa lista que contempla os restantes classificados neste rali, em ambas as vertentes. Não que se refere às Equipas, a que daqui saiu mais pontuada foi a Mavisa (33 pontos), pela soma dos pontos obtidos pelos 208 Rally4 #34 e #74, respetivamente de Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno e de Ferrán e Roger Aymerich. (Ver detalhe nas Tabelas de Pontuações em anexo).

 

No que se refere à continuidade deste rali amanhã (domingo), estando inscritas na prova internacional, as equipas que o entenderem poderão continuar a disputar a sua 2ª e última Etapa, lutando pela melhor posição no evento pontuável para o FIA ERC. É objetivo de alguns pilotos da copa, mas sem que os eventuais resultados que venham a alcançar influenciem as suas pontuações.

 

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 tem a Pirelli como parceira e os apoios da Vodafone, RACC e ACP.

 

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– Imagens da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA para imprensa (livres de direitos editoriais) em https://aifa.smugmug.com/Motorsport/PEUGEOT-Rally-Cup

 

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Rally Serras de Fafe – SuperEspecial de Fafe | Pedro Antunes / Paulo Lopes entram ao ataque na PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022

Começou, esta noite no centro de Fafe, a Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, com a realização da SuperEspecial de Fafe, um troço espetáculo desenhado no centro da cidade que dá parte do longo nome do primeiro rali do ano, o Rally Serras de Fafe – Felgueiras – Cabreira e Boticas.

 

O mais rápido a cumprir os seus parcos 1,43 km em asfalto foi o regressado Pedro Antunes, ‘Campeão’ da copa 2020 e que, desta feita se apresenta com Paulo Lopes como navegador, dupla que bateu os restantes 14 PEUGEOT 208 Rally4 que completaram o traçado urbano.

 

É, por isso, deles a liderança muito provisória de um rali que amanhã (sábado) terá mais 8 Especiais já em pisos de terra, o principal terreno deste rali, num total de 109,40 km cronometrados. Atrás deles, ficaram os estreantes Luis Morais / Helena Maia e os habitués Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno, a 2,6 e a 2,7 segundos respetivamente.

 

 

A ementa do jantar desta sexta-feira (11 de março) era por demais apelativa para os amantes dos ralis: nada menos do que um troço espetáculo desenhado no centro de Fafe, cidade ícone dos ralis em Portugal, marcando o arranque simultâneo do Nacional e Europeu de Ralis 2022 e, em complemento, da Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

 

Entre os pretendentes à vitória nesta primeira prova da copa coorganizada pela PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, com o suporte logístico da Sports & You, contavam-se 15 equipas, aos comandos de outros tantos PEUGEOT 208 Rally4, duplas não só oriundas dos dois lados da fronteira ibérica, mas também integrando um representante do Uruguai (nos pilotos) e outro argentino (nos co-pilotos), numa clara internacionalização da contenda pelo título de 2022. Outra particularidade é o facto de haver duas representantes femininas no grupo dos navegadores, uma portuguesa e uma espanhola.

 

Encetando uma saudável batalha contra o cronómetro entre pilotos mais experientes e outros novos valores da disciplina, que a copa pretende servir de catapulta para as suas carreiras nos ralis, destacou-se uma das duplas mais experientes, com Pedro Antunes / Paulo Lopes à cabeça do pelotão, eles que conseguiram marcar uma muito ligeira a diferença e, com isso, surgir no topo da tabela de tempos desta SuperEspecial #1, assumindo-se como líderes provisórios da prova desenhada pela Demoporto.

 

Aos comandos do seu 208 Rally4 #66, bateram por 2,6 magros segundos os surpreendentes Luis Morais / Helena Mais – uma das duplas estreantes em 2022 – e por 1 décimo de segundo mais os espanhóis Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno, ocupantes do 3º lugar provisório à geral da copa.

 

Outras lutas se começaram a desenhar atrás deles mas tendo em conta que as SuperEspeciais, nomeadamente as de características citadinas, não são vistas como lugares de grandes ataques, já que qualquer percalço pode ter consequências negativas, deitando a perder longas horas de trabalho – alguns pilotos optaram por cuidados redobrados, pelo que as diferenças entre as 14 equipas que completaram o troço foram, por vezes, algo espaçadas. Se o fosso entre os 5 primeiros foi, nesta SS1, inferior a 5 segundos e o top-10 cabe em 9 segundos, é superior a 15 segundos os diferenciais dos restantes para com o líder.

 

Findo este aperitivo inicial da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, no âmbito deste Rally Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas, o escalonamento para amanhã, segundo e último dia desta jornada inicial da copa ibérica, apresenta-se assim:

 

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA – CLASSIFICAÇÃO GERAL (APÓS SS1)*

 

1º Pedro Antunes / Paulo Lopes, 1m38,2s

2º Luis Morais / Helena Maia, a 2,6s

3º Óscar Palomo (1º Junior) / Javier ‘Xavi’ Moreno, a 2,7s

4º José Loureiro / Valter Cardoso, a 2,9s

5º lago Gabeiras (2º Júnior) / ‘Jandrin’, a 4,5s

6º Ernesto Cunha / Rui Raimundo, a 5,8s; 7º Andres Marieyhara / Aridai Bonilla, a 5,9s; 8º Diego Ruiloba (3º Junior) / Andrés Blanco, a 6,7s; 9º Roger Aymerich (4º Junior) / Ferran Aymerich, a 7,5s; 10º Delbin García (5º Junior) / Diego Cruz, a 9,0s; 11º Ricardo Sousa / Luis Marques, a 16,7s; 12º Luis Martinez / Juan Varela, a 17,6s; 13º Roberto Blach (6º Junior) / Mauro Barreiro, a 23,7s; 14º Paulo Roque / Tiago Teixeira, a 34,8s.

 

Não Classificado: Alberto San Segundo / Eva Navas (não completou o troço; irá tentar regressar amanhã em Rally2/SuperRally)

 

Abandono: Santiago Garcia (Junior) / Nestor Casal (não alinhou à partida do rali)

 

Todos em PEUGEOT 208 Rally4

 

* Classificação provisória até à publicação dos resultados oficiais pela organização da prova.

 

 

 

 

RALLY DE FAFE 2022 – OS HORÁRIOS DE SÁBADO**

 

Amanhã (sábado) corre-se o segundo dia deste Rally Serras de Fafe que, em termos da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, terá mais 8 Especiais, todas em terra, 109,40 km cronometrados que completam a jornada da copa ibérica, num conjunto de quatro icónicos troços em terra da região, que se repetem de manhã e logo após a hora de almoço.

 

Saindo do Parque Fechado a partir das 07h20 da manhã de sábado, as equipas rumam às Especiais de Boticas 1 (15,05 km; 09h00), Cabeceiras de Basto 1 (10,84 km; às 10h17), Vieira do Minho 1 (16,93 km; às 11h20) e Luílhas 1 (11,86 km; às 12h20). Segue-se um refuel, um Reagrupamento (12h59/13h14) e uma visita ao Parque de Assistência (13h21/13h51, na Praça das Comunidades), para depois se repetir a mesma sequência de troços: Boticas 2 (15h09), Cabeceiras de Basto 2 (16h26), Vieira do Minho 2 (17h29), terminando em Luílhas 2 (18h29), troço que servirá de Power Stage, solução à imagem do CPR e do WRC, atribuindo pontos adicionais aos mais rápidos, uma das novidades do Regulamento Desportivo da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022. Findo o rali, os concorrentes entram em Parque Fechado (19h08/19h18) e fazem um Flexi-Service (19h25/20h10), rumando, depois à Praça Mártires do Facismo (Feira Velha) para a Cerimónia de pódio (20h25).

 

Estando inscritas na prova internacional, as equipas que o entenderem poderão continuar no rali no domingo, para a 2ª e última Etapa, lutando pela melhor posição no evento pontuável para o FIA ERC- É objetivo de alguns pilotos da copa, mas sem que os eventuais resultados que venham a alcançar influenciem as suas pontuações.

 

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 tem a Pirelli como parceira e os apoios da Vodafone, RACC e ACP.

 

** Nota: horas referenciais para o primeiro carro na estrada.

 

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17 EQUIPAS INSCRITAS NO ARRANQUE DA PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022

Duplas portuguesas e espanholas desafiadas por sul-americanos na Temporada 5 da copa

São 17 as duplas que se perfilam para iniciar a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, uma Temporada 5 que voltará a apostar numa mistura entre novos valores da disciplina e outros com provas dadas, registando-se até o regresso de ex-Campeões da copa, quer Pilotos, quer Navegadores, numa composição de equipas de ambos os lados das fronteiras ibéricas e também de representantes da América do Sul.

Todos pretendem suceder a Alejandro Cachón / Alejandro ‘Jandrin’ Lopez (incluindo o próprio, nos Navegadores), preparando-se para um calendário de seis provas icónicas, dos nacionais de ralis de Portugal (três em terra) e Espanha (três em asfalto), incluindo eventos do Europeu e do Mundial de Ralis da modalidade.

Companheiro na luta pelos melhores tempos nos troços e pelos lugares de pódio será, pelo terceiro ano consecutivo, o fiável e robusto PEUGEOT 208 Rally4, proposta competitiva que é evoluída com as mais recentes especificações, e que irá encher de emoção as especiais de classificação daqueles seis ralis, contribuindo para a conquista de um muito aliciante pacote de prémios. Coorganizado pela PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, com o apoio da Sports & You, o especial destaque deste troféu de ralis de referência na Península Ibérica vai para o Grande Prémio Final, único e de sonho, a atribuir à dupla que se sagrar Campeã: um programa de ralis em 2023 em Espanha ou em Portugal ou mesmo no ambiente do Europeu de Ralis.

Suportando a transição energética inerente à evolução da marca PEUGEOT e sublinhando o seu compromisso para com o desporto automóvel, alguns dos ralis da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 irão contar com um PEUGEOT e-208 100% elétrico, participando como “Carro de Segurança”, em apoio às respetivas organizações, abrindo os troços antes da passagem dos concorrentes.

 

 

17 EQUIPAS LUTAM PELO APETECÍVEL GRANDE PRÉMIO FINAL

Portugal, Espanha, Argentina e Uruguai: são destes quatro países os primeiros 34 concorrentes – 17 Pilotos e 17 Navegadores – pretendentes aos títulos de 2022 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA. Integrados nas múltiplas estruturas profissionais que, também elas, irão lutar pelos troféus de Equipas, estes pilotos formam um grupo heterogéneo e dividem-se, naturalmente, entre estreantes e repetentes na copa ibérica. Têm a seu lado navegadores de créditos firmados ou estreantes que cantarão, pela primeira vez, as notas a partir da bacquet do lado direito, dentro dos competitivos PEUGEOT 208 RALLY4 que servem de base à copa.

É um grupo que, do lado dos Pilotos integra dois ex-Campeões da copa e um ex-Campeão dos Navegadores, nada menos do que o atual detentor do título de 2021. De facto, depois de em novembro último ter festejado a conquista do troféu ao lado de Alejandro Cachón, Alejandro ‘Jandrin’ Lopez está de regresso, desta feita ao lado da jovem esperança espanhola lago Gabeiras. Igualmente titulado pela PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA Pedro Antunes, o mais pontuado da época de 2020, regressa na companhia de Paulo Lopes, sendo imitado, na tentativa de recuperação do título, pelo galego Roberto Blach, que garantiu o troféu da temporada inaugural, em 2018, apresentando-se este ano com Mauro Barreiro a ditar as notas.

Espanha volta a ter o maior contingente entre os inscritos, complementando os nomes atrás, com os dos estreantes Diego Ruiloba / Andrés Blanco e os irmãos catalães Ferran e Roger Aymerich, a que se juntam Oscar Palomo / Javier Moreno (dupla que, em 2022 e num projeto paralelo, representa oficialmente o Rallye Team Spain no Europeu de Ralis com um 208 Rally4) e Santiago Garcia / Nestor Casal, nomes mais familiares no seio da copa disputada no perímetro ibérico, ou ainda Alberto San Segundo, navegado por Eva Navas, aquela que é o primeiro elemento feminino desta lista.

 Já de Portugal, para além do regresso do Campeão de 2020, registam-se os bis de Ernesto Cunha / Rui Raimundo e Ricardo Sousa / Luis Marques e as estreias na PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA das duplas José Loureiro / Valter Cardoso, Luis Morais / Helena Maia (a oposição feminina nacional à navegadora espanhola atrás referida), Paulo Roque / Tiago Teixeira, grupo a que se junta o muito experiente (mesmo a um nível internacional) Renato Pita, navegado por Luis Bouça.

Mudando de continente e atravessando o Atlântico para sudoeste, as novidades maiores chegam da América do Sul, primeiro do Uruguai, com a dupla Andres Marieyhara / Richard Collazo, e depois da Argentina, terra de Juan Varela, navegador do espanhol Luis Martinez, dupla que habitualmente discute os ralis do campeonato chileno.

Todos irão lutar não só pelos prémios monetários e em material que estão em jogo prova a prova, como em especial pelo Grande Prémio Final, muito semelhante ao que Alejandro Cachón alcançou em 2021, asturiano que, com isso, tornou-se Piloto Oficial da Citroën España no SuperCampeonato de Ralis de España 2022, lutando pela conquista do título aos comandos de um C3 Rally2, outra das viaturas com assinatura da Stellantis Motorsport, divisão de competição do grupo industrial automóvel.

 

LISTA DE INSCRITOS DA PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022

Piloto Nacionalidade Navegador Nacionalidade
Alberto San Segundo Espanha Eva Navas Espanha
Andres Marieyhara Uruguai Richard Collazo Uruguai
Delbín Garcia Espanha A indicar A indicar
Diego Ruiloba Espanha Andrés Blanco Espanha
Ernesto Cunha Portugal Rui Raimundo Portugal
Ferran Aymerich Espanha Roger Aymerich Espanha
lago Gabeiras Espanha Alejandro ‘Jandrin’ López Espanha
José Loureiro Portugal Valter Cardoso Portugal
Luis Martínez Espanha Juan Varela Argentina
Luis Morais Portugal Helena Maia Portugal
Óscar Palomo Espanha Javier Moreno Espanha
Paulo Roque Portugal Tiago Teixeira Portugal
Pedro Antunes Portugal Paulo Lopes Portugal
Renato Pita Portugal Luis Bouça Portugal
Ricardo Sousa Portugal Luis Marques Portugal
Roberto Blach Espanha Mauro Barreiro Espanha
Santiago Garcia Espanha Nestor Casal Espanha

 

 

O PEUGEOT 208 RALLY4 EM RESUMO

Estreado competitivamente em solo de Portugal em 2020, o PEUGEOT 208 Rally4 volta a ser a máquina de batalha da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA deste ano, uma viatura de competição com assinatura da PEUGEOT Sport e da Stellantis Motorsport. O parque da copa integrará algumas das unidades que, nas duas anteriores épocas, deliciaram o muito público que assistiu aos ralis corridos de ambos os lados da fronteira, bem como um conjunto de novas viaturas que, ao longo dos últimos meses, têm sido entregues às equipas que darão assistência às duplas acima descritas.

Desenvolvido com base no PEUGEOT 208 de série, o 208 Rally4 alicerça-se nos reconhecidos fatores que sublinham a excelência da marca – fiabilidade, qualidade, eficiência e, no caso dos ralis, combatividade – proposta que é atualmente recordista de vendas entre a oferta “Rally 4”.

Integra um motor 1.2 PureTech de 3 cilindros turbo comprimido adaptado para a competição, com um turbo maior, uma gestão eletrónica de competição Magneti Marelli, numa versão de ralis cuja potência se eleva aos 208 cv às 5.450 rpm, alcançando um binário de 290 Nm às 3.000 rpm.

Caixa sequencial de cinco velocidades SADEV, diferencial autoblocante mecânico, travões de disco ventilados à frente de 330 mm (asfalto) ou 283 mm (terra) e discos sólidos atrás (290 mm), suspensão ajustável em três níveis (com compressão/afastamento de alta e baixa velocidade), são outros elementos de um conjunto com um peso mínimo de 1.080 kg (1.250 kg com equipa).

 

OUTRAS INFORMAÇÕES DA COPA 2022

Serão seis os ralis do calendário de 2022 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, com três jornadas em Portugal, todas em pisos de terra, e outras tantas em Espanha, em troços de asfalto, num alinhamento que inclui dois eventos pontuáveis para o Mundial de Ralis (WRC) e ainda um do Europeu (ERC) da disciplina.

 

CALENDÁRIO DA PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022*

Datas Prova Piso País
11 e 12 março Rally Serras de Fafe e Felgueiras (1ª Etapa)** Terra Portugal
29 e 30 abril Rali de Mortágua Terra Portugal
19 a 21 maio Vodafone Rally de Portugal (1ª Etapa)** Terra Portugal
17 e 18 junho Rallye de Ourense Asfalto Espanha
23 e 24 setembro Rallye Villa de Llanes Asfalto Espanha
20 a 23 outubro RACC Catalunya/Rally de España (1ª Etapa)** Asfalto Espanha

* Provisório; dependente de eventuais condicionantes que possam afetar ambos os países, decorrentes da pandemia de COVID-19; ** Para efeitos de classificações e pontuações, apenas se consideram os resultados da 1ª Etapa.

 

Em algumas destas seis provas irá alinhar um PEUGEOT e-208 100% elétrico como “Carro de Segurança”, em apoio às respetivas organizações. Sublinha-se assim a transição energética abraçada pela marca PEUGEOT, da qual já é um ator principal em Portugal, e que se estende das iniciativas corporativas e de uma ampla gama de produtos ao desporto automóvel e aos ralis em particular.

No capítulo dos prémios e para além do Grande Prémio Final, a entregar aos Campeões, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 tem para distribuir € 140.000 entre Pilotos e Equipas ao longo das seis provas e em função dos resultados alcançados em cada rali, um troféu para Equipas por prova, traduzido em produtos Pirelli, e outro no final da época, composto por vouchers de € 5.000 ou € 10.000 para ajuda na aquisição de veículos das categorias “Rally4” ou “Rally2”, respetivamente, para utilizar em 2023.

 

As encomendas de unidades 208 Rally4 para a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA deverão ser colocadas através da Sports & You, distribuidora oficial da Stellantis Motorsport Racing Shop para Portugal e Espanha, num modelo que é proposto por € 67.000 (antes de impostos).

Os Regulamentos Desportivo e Técnico da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 encontram-se em processo de aprovação pelas instâncias do desporto automóvel, nacionais (FPAK e RFEDA) e internacionais (FIA).

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 volta a ter a Pirelli como parceira, no domínio do fornecimento e assistência em termos de pneus, entre outros apoios: Vodafone, RACC e ACP.

 

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