PEDRO CÂMARA E JOÃO CÂMARA VENCEM NO ALGARVE E RELANÇAM LUTA PELO TÍTULO DA PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL

PEDRO CÂMARA E JOÃO CÂMARA VENCEM NO ALGARVE E RELANÇAM LUTA PELO TÍTULO DA PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL

 

Pedro Câmara / João Câmara venceram o Rallye Casinos do Algarve, quarta e última prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2026 e penúltima ronda da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL. A dupla impôs-se desde o início nos pisos de terra algarvios, chegando ao final com 1min33s de vantagem sobre João Rodrigues / Bruno Carvalho, enquanto Afonso Santos / Mafalda Santos completaram o pódio, a 1min49,8s dos vencedores.

A prova ficou marcada pelo domínio de Câmara, vencedor das duas especiais da primeira etapa e de seis das sete classificativas efetivamente disputadas. A luta pelo segundo lugar teve momentos de grande equilíbrio, com Afonso Santos / Mafalda Santos a assinarem uma recuperação muito sólida no segundo dia, depois de terem começado a manhã longe do pódio.

Oito PEUGEOT 208 Rally4 alinharam à partida e todos chegaram ao final do rali, uma demonstração inequívoca de fiabilidade e robustez do modelo da PEUGEOT Sport numa prova exigente, composta por oito especiais de classificação e disputada em pisos de terra.

Domínio total dos PEUGEOT 208 Rally4 entre os 2 Rodas Motrizes, com os cinco primeiros lugares desta categoria do CPR a serem ocupados pelos carros da marca francesa.

 

 

CÂMARA ASSUME COMANDO DESDE A PRIMEIRA ETAPA

Pedro Câmara / João Câmara começaram o Rallye Casinos do Algarve ao melhor nível, impondo o ritmo nas duas especiais da primeira etapa. A dupla venceu a PEC 1 e repetiu o triunfo na PEC 2, sempre com João Rodrigues / Bruno Carvalho como adversários mais próximos.

No final do primeiro dia, Câmara liderava com 9,5 segundos de vantagem sobre Rodrigues. Hélder Miranda / Mariana Machado ocupavam a terceira posição, a 14,7 segundos do segundo lugar, enquanto Joni Gonçalves / Vítor Hugo seguiam logo atrás, a apenas 0,2 segundos da dupla que fechava provisoriamente o pódio.

Bryn Jones / Max Freeman eram quintos classificados, à frente de Carlos Rodriguez / Gema Sánchez, Afonso Santos / Mafalda Santos e Gonçalo Rêgo / Pedro Castro. O equilíbrio entre os concorrentes do troféu PEUGEOT deixava em aberto uma segunda etapa determinante para as contas finais do rali e dos campeonatos.


DOMÍNIO E RECUPERAÇÃO NO SEGUNDO DIA

Pedro Câmara entrou no segundo e derradeiro dia determinado em consolidar a liderança. Na PEC 3, a dupla foi particularmente rápida, batendo Afonso Santos por 25,5 segundos e João Rodrigues por 26,7 segundos, uma prestação que permitiu abrir de forma expressiva a diferença na frente da classificação.

Câmara voltou a vencer na PEC 4, desta feita com Afonso Santos a confirmar o bom andamento que já evidenciara no arranque da manhã. Na PEC 5, a dupla Câmara voltou a ser a mais rápida, chegando ao intervalo de meio do dia com uma vantagem superior a um minuto sobre Rodrigues.

Afonso Santos ocupava então o terceiro lugar, a apenas 14,3 segundos de João Rodrigues, depois de uma manhã em que recuperou posições e se colocou na luta pelo pódio. Hélder Miranda seguia em quarto, a 2,7 segundos do terceiro lugar, enquanto Carlos Rodriguez, Bryn Jones, Gonçalo Rêgo e Joni Gonçalves completavam a classificação.

Gonçalves perdera cerca de quatro minutos e meio na primeira especial da manhã, hipotecando uma posição de destaque final. Ainda assim, a dupla reagiu de forma positiva, assinando tempos de top-3 nas classificativas seguintes e recuperando até ao sétimo lugar.

Na PEC 6, Afonso Santos confirmou a evolução demonstrada durante a segunda etapa, vencendo a classificativa e batendo Pedro Câmara por 0,7 segundos. Gonçalves voltou a mostrar velocidade, ao ficar também muito próximo dos mais rápidos.

A PEC 7 foi interrompida, sendo atribuído um tempo nominal aos concorrentes. Na derradeira classificativa, Pedro Câmara controlou a vantagem acumulada, confirmou o triunfo no Algarve, e somou o triunfo na Power Stage, ficando à frente de João Rodrigues e Joni Gonçalves no troço final.

VITÓRIA NO ALGARVE E FINAL NACIONAL EM ABERTO

 

No final do rali, Pedro Câmara / João Câmara venceram com 1min33s de vantagem sobre João Rodrigues / Bruno Carvalho. Afonso Santos / Mafalda Santos completaram o pódio, a 1min49,8s, depois de uma recuperação muito consistente ao longo da segunda etapa.

Hélder Miranda / Mariana Machado foram quartos classificados, à frente de Carlos Rodriguez / Gema Sánchez. Bryn Jones / Max Freeman terminaram na sexta posição, seguidos de Joni Gonçalves / Vítor Hugo e de Gonçalo Rêgo / Pedro Castro.

A vitória de Pedro Câmara encerra com nota alta a sua campanha na PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, competição em que já tinha assegurado antecipadamente o título de pilotos. A dupla portuguesa confirmou no Algarve uma vitória construída com autoridade, em mais uma demonstração de rapidez e fiabilidade dos PEUGEOT 208 Rally4, que estiveram em destaque também no Campeonato de Portugal de Ralis. Assim, é de salientar que os cinco primeiros lugares na classificação no CPR-2 Rodas Motrizes foram para os PEUGEOT 208 Rally4.

 

CLASSIFICAÇÃO FINAL | RALLYE CASINOS DO ALGARVE 2026

4.ª prova da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026

4.ª e última prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2026

 

1.º Pedro Câmara / João Câmara

2.º João Rodrigues / Bruno Carvalho, a 1min33s

3.º Afonso Santos / Mafalda Santos, a 1min49,8s

4.º Hélder Miranda / Mariana Machado

5.º Carlos Rodriguez / Gema Sánchez

6.º Bryn Jones / Max Freeman

7.º Joni Gonçalves / Vítor Hugo

8.º Gonçalo Rêgo / Pedro Castro

Todos em PEUGEOT 208 Rally4 (Grupo RC4).


CÂMARA APROXIMA-SE DE RODRIGUES NO TROFÉU PORTUGUÊS

A vitória de Pedro Câmara / João Câmara no Rallye Casinos do Algarve, reforçada pelo triunfo na Power Stage, permitiu ao piloto português encurtar de forma significativa a distância para João Rodrigues na classificação da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL.

Sendo esta a primeira das duas jornadas finais da temporada, todos os pontos atribuídos no Rallye Casinos do Algarve beneficiaram do fator de multiplicação de 1,2. Pedro Câmara somou os 25 pontos da vitória e mais 3 pela Power Stage, o que corresponde a 33,6 pontos após a aplicação do multiplicador. João Rodrigues, segundo no rali e também segundo na derradeira especial, arrecadou 20 pontos pela posição final e 2 pontos suplementares, num total de 26,4 pontos. Joni Gonçalves, sétimo na classificação final, recebeu 8 pontos pela prova e mais 1 pelo terceiro tempo na Power Stage, atingindo 10,8 pontos no Algarve.

Afonso Santos somou 20,4 pontos pelo terceiro lugar; Hélder Miranda acrescentou 16,8 pontos pelo quarto posto; Carlos Rodriguez recebeu 14,4 pontos pelo quinto lugar; Bryn Jones arrecadou 12 pontos pela sexta posição; e Gonçalo Rêgo somou 7,2 pontos pelo oitavo lugar. Os restantes pilotos mantiveram os totais que traziam à entrada para a penúltima prova da época.

João Rodrigues continua a liderar a classificação da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026, agora com 95,4 pontos, mas Pedro Câmara sobe aos 74,6, reduzindo a diferença para 20,8 pontos. Hélder Miranda mantém o terceiro posto, com 58,8 pontos, seguido de Afonso Santos, que sobe a quarto classificado.

 

CLASSIFICAÇÃO PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026 (após 4 de 5 provas)

1.º João Rodrigues — 95,4 pontos

2.º Pedro Câmara — 74,6 pontos

3.º Hélder Miranda — 58,5 pontos

4.º Afonso Santos — 44,4 pontos

5.º Nuno Coelho— 40 pontos

 

 

PEDRO CÂMARA FECHA CAMPANHA IBÉRICA COM 75 PONTOS

Pedro Câmara confirmou no Rallye Casinos do Algarve o título da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2026, encerrando a época com uma vitória que lhe permite elevar o seu total a 75 pontos. O piloto português, já matematicamente campeão antes da derradeira ronda, somou os 25 pontos correspondentes ao triunfo na prova algarvia, não se aplicando nesta competição qualquer fator de multiplicação, mas sim a eliminação do pior resultado.

A classificação final de pilotos mantém Francisco Puertas na segunda posição, com 46 pontos, uma vez que o espanhol não se apresentou à partida no Algarve. Pablo Fernandez fecha o pódio do campeonato, com 41 pontos, seguido de Hélder Miranda com 37 pontos e Javier Cañada com 27.

A vitória no Algarve permite ainda a Pedro Câmara consolidar de forma expressiva o seu domínio na classificação final, fechando a campanha com três triunfos — Rali Terras d’Aboboreira, Rallye Rías Baixas e Rallye Casinos do Algarve — e um segundo lugar no Rallye Villa de Llanes. O título assegura ao piloto português o direito a integrar um Programa Oficial da Stellantis Motorsport na temporada de 2027. A festa foi a dobrar com a confirmação do título de navegadores de João Cãmara.

CLASSIFICAÇÃO PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2026 (após 3 de 4 provas)

1.º Pedro Câmara (virtual Campeão) — 75 pontos

2.º Francisco Puertas — 46 pontos

3.º Pablo Fernandez — 41 pontos

4.º Hélder Miranda— 37 pontos

5.º Javier Cañada — 27 pontos

PEDRO CÂMARA É VIRTUAL “CAMPEÃO” DA PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA

A terceira jornada da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2026 e derradeira ronda do Desafío PEUGEOT terminou com a vitória de Pablo Fernandez / Lucia Otero no Rallye Villa de Llanes. Pedro Câmara / Nuno Cabral ficaram no segundo lugar, a 14,6 segundos, e Francisco Puertas / Sergio Fernandez completaram o pódio.

Os resultados das nove especiais disputadas definiram também as contas dos dois troféus: Pedro Câmara assegurou matematicamente o título de pilotos da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, ainda com uma prova por disputar, e Javier Cañada conquistou o Desafío PEUGEOT após a aplicação do descarte regulamentar.

Qualquer celebração ficou, porém, ensombrada pelo falecimento da navegadora Soraya Barreiro num acidente ocorrido durante a PEC 9 e que envolveu uma equipa de outra competição. Após a confirmação da notícia, a organização suspendeu a prova e as quatro especiais restantes não se realizaram.

 

PEDRO CÂMARA E PABLO FERNANDES EM LUTA ACESA NA PRIMEIRA ETAPA  

A primeira especial do Rallye Villa de Llanes teve Miguel Garcia / Carla Salvat como os mais rápidos entre os PEUGEOT 208 Rally4, à frente de Francisco Puertas / Sergio Fernandez. O mesmo troço ficou marcado pela desistência, após um acidente, de Javier Cañada / Aday Ortiz, que tinham chegado às Astúrias na liderança do Desafío PEUGEOT. Um dos favoritos ficava fora de prova e deixava a discussão do título ainda mais em aberto.

Pablo Fernandez / Lucia Otero assumiram depois o comando, vencendo sucessivamente as PEC 2, 3, 4 e 5, do primeiro dia. Ao longo dessas quatro especiais, Pedro Câmara recuperou do quinto lugar que ocupava na PEC2 ao segundo posto. No final da primeira etapa, Fernandez liderava com 5,5 segundos de vantagem sobre Câmara. Puertas ocupava a terceira posição, a 14,6 segundos, seguindo-se Garcia, a 20 segundos, e Joan Socias / Alejandro Lopez Fernandez, que fechavam os cinco primeiros a já 34,8 seg. da referência.

No sábado, dia decisivo da prova, Francisco Puertas começou da melhor maneira, ao vencer a PEC 6, mas Pablo Fernandez respondeu ao desafio com o melhor tempo na PEC 7, alargando ligeiramente a vantagem sobre Pedro Câmara que se mantinha em segundo da geral. Fernandez voltou a ser o mais rápido nas PEC 8 e 9, com Câmara em segundo em ambas. Miguel García, que estava ainda na discussão pelo título espanhol ficou fora de prova devido a despiste e abria as portas do título a Pablo Fernandez. No entanto, a competição terminou após essa nona especial, na sequência da suspensão do rali motivada pelo fatídico incidente que enlutou toda a caravana do rali. As contas ficaram assim congeladas a quatro troços do fim.

 

VITÓRIA DE PABLO FERNANDEZ

Com a classificação fixada após a PEC 9, Pablo Fernandez / Lucia Otero venceram entre as equipas das competições PEUGEOT, deixando Pedro Câmara / Nuno Cabral a 14,6 segundos. Francisco Puertas / Sergio Fernandez foram terceiros, a 41,7 segundos, com Joan Socias / Alejandro Lopez Fernandez em quarto, a 54,5 segundos.

David de La Osa / Ander Garcia Garay completaram o primeiro grupo de cinco classificados. Seguiram-se Abel González / Gabino Martinez Sarabia, Miquel Labarias / Jordi Sanchez Prades, Javier Azcona / Camila Azcona Vittorini, Javier Sosa / Javier Fragiel, Petr Turkin / Vasily Mirkotan e Aritz Iriondo / Joseba Sanchez Arruabarrena, por esta ordem. Além de Cañada, também Miguel Garcia / Carla Salvat, Emilio Criado / Carlos Cancela Sanz e Diego Piñeiro/ Maria Nuñez  fizeram parte da lista de desistentes.

 

CLASSIFICAÇÃO FINAL | RALLYE VILLA DE LLANES 2026

3.ª prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2026

5.ª prova da Desafío PEUGEOT 2026

 

1.º Pablo Fernandez / Lucia Otero

2.º Pedro Câmara / Nuno Cabral, a 14,6s

3.º Francisco Puertas / Sergio Fernandez, a 41,7s

4.º Joan Socias / Alejandro Lopez Fernandez, a 54,5s

5.º David de La Osa / Ander Garcia Garay a 1min01seg.

6.º Abel González / Gabino Martinez Sarabia; 7.º Miquel Labarias / Jordi Sanchez Prades; 8.º Javier Azcona / Camila Azcona Vittorini; 9.º Javier Sosa / Javier Fragiel; 10.º Petr Turkin / Vasily Mirkotan; 11.º Aritz Iriondo / Joseba Sanchez Arruabarrena.

 

Desistências: Javier Cañada / Aday Ortiz, Miguel Garcia / Carla Salvat , Emilio Criado / Carlos Cancela Sanz e Diego Piñeiro/ Maria Nuñez.

 

Todos em PEUGEOT 208 Rally4. Resultados considerados após as nove especiais disputadas.

 

PEDRO CÂMARA CONQUISTA TÍTULO IBÉRICO, CAÑADA VENCE DESAFÍO PEUGEOT

O segundo lugar em Llanes acrescentou 20 pontos aos 50 que Pedro Câmara trazia das duas primeiras jornadas. O piloto português soma agora 70 pontos, contra 46 de Francisco Puertas, que acrescentou 17 pontos pelo terceiro lugar, e 41 de Pablo Fernandez, que juntou 25 pela vitória. Javier Cañada mantém os 27 pontos anteriores, enquanto Hélder Miranda segue com 23. Não foram somados pontos de Power Stage nesta prova.

A classificação de pilotos da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2026, após Llanes, apresenta assim o seu top 5: 1.º Pedro Câmara — 70 pontos / 2.º Francisco Puertas — 46 / 3.º Pablo Fernandez — 41 / 4.º Javier Cañada — 27 / 5.º Hélder Miranda — 23.

Como apenas contam os três melhores resultados das quatro provas, nenhum adversário pode alcançar os 70 pontos que Câmara já reuniu. O português é, por isso, o vencedor matemático do título ibérico de pilotos, antes da última jornada, no Rali Casinos do Algarve.

Esta conclusão não abrange a classificação de navegadores: em Llanes, Câmara correu com Nuno Cabral, depois de ter sido navegado por João Câmara nas duas primeiras rondas. Pedro Câmara terá assim direito a fazer parte de um Programa Oficial da Stellantis Motorsport na temporada 2027.

O Desafío PEUGEOT 2026 ficou igualmente decidido. Apesar da desistência em Llanes, Javier Cañada conservou os 85,6 pontos válidos obtidos nas quatro provas anteriores, descartando o resultado sem pontos desta última jornada. Francisco Puertas terminou com 93,8 pontos brutos, mas, ao descartar os 12 pontos do seu pior resultado, fica com 81,8 pontos válidos. Miguel Garcia, que também não pontuou em Llanes, mantém 80,4 pontos válidos. Cañada conquista, assim, o título espanhol, com Puertas em segundo e Garcia em terceiro. Cañada receberá como prémio um Programa Oficial da Stellantis Motorsport na temporada 2027.

 

Coorganizados pela PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, com a gestão logística a cargo da Sports&You, os três troféus ibéricos – PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL e DESAFÍO PEUGEOT – contam com a PIRELLI no fornecimento e assistência de pneus, contando ainda com o apoio do ACP, RACC, SPARCO, GUPE e RACE FOR GOOD.

 

A ORGANIZAÇÃO DOS TROFÉUS PEUGEOT APRESENTA AS SUAS CONDOLÊNCIAS

Soraya Barreiro, navegadora de 20 anos e natural de Llanes, perdeu a vida este sábado, na sequência de um acidente ocorrido durante a disputa do troço de Mazucu,  Após a confirmação do seu falecimento, a organização do rali suspendeu as restantes especiais. A organização da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA e do Desafío PEUGEOT apresenta as suas mais sentidas condolências à família, aos amigos e à equipa de Soraya Barreiro.

 

 

CALENDÁRIO PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2026

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2026

– Rali Terras d’Aboboreira (17-18 de abril) [terra]

– Rallye Rías Baixas (3-4 de julho) [asfalto]

– Rallye Villa de Llanes (25-26 de setembro) [asfalto]

– Rali Casinos do Algarve (2-3 de outubro) [terra]

 

JOÃO RODRIGUES LIDERA NO FINAL DO PRIMEIRO DIA DA PEUGEOT RALLY CUP. HÉLDER MIRANDA ESTÁ PRÓXIMO.

JOÃO RODRIGUES LIDERA NO FINAL DO PRIMEIRO DIA DA PEUGEOT RALLY CUP. HÉLDER MIRANDA ESTÁ PRÓXIMO

João Rodrigues e Bruno Carvalho terminam a 1.ª Etapa do Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín na frente da classificação, depois de um dia em que dominaram as duas primeiras passagens pelo troço de Chaves. Viram a sua vantagem reduzida na terceira passagem pela especial e resistiram ainda ao assalto de Hélder Miranda e Mariana Machado na Super-Especial que encerrou a jornada.
Dos dez PEUGEOT 208 Rally4 inscritos nesta terceira jornada da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026, todos terminaram este primeiro dia de competição, um testemunho evidente da fiabilidade e da competitividade que continuam a fazer deste modelo a máquina de eleição.
Na Super-Especial, Danny Carreira / Marco Vilas Boas assinaram o melhor tempo, batendo Hélder Miranda por 0,7 segundos e Pedro Câmara / João Câmara por 0,8 segundos, com João Rodrigues / Bruno Carvalho a perderem 4,3 segundos para essa referência. Ainda assim, o líder do rali manteve o comando da prova, com uma vantagem de 12,1 segundos sobre Hélder Miranda.

DUELO ENTRE JOÃO RODRIGUES E HÉLDER MIRANDA ANIMA PRIMEIRO DIA

Arrancou esta sexta-feira a 1.ª Etapa do Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín, terceira jornada da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026, numa jornada que sofreu uma alteração de última hora ao formato inicialmente previsto, que passou a contar com três passagens por cada um dos três troços delineados para este rali, ao invés do formato original.

João Rodrigues entrou forte na prova, vencendo as duas primeiras passagens pelo troço de Chaves. Na primeira especial houve empate à décima de segundo com Pedro Câmara. Joni Gonçalves / Vítor Hugo foram os terceiros mais rápidos, uma posição que mantiveram na segunda passagem, enquanto Hélder Miranda começava de forma discreta, com o quarto tempo na primeira passagem, melhorando logo de seguida com o segundo tempo em Chaves 2.

Foi também nesta fase inicial da prova que Pedro Câmara, vencedor da primeira jornada da época no Rali Terras d’Aboboreira, viu goradas as suas ambições, ao sofrer um furo na PEC 2, o que o afastou de forma considerável dos lugares da frente.

HÉLDER MIRANDA VENCE A TERCEIRA PASSAGEM POR CHAVES, MAS JOÃO RODRIGUES RESISTE NA LIDERANÇA

A terceira repetição do troço de Chaves, trouxe a reação que se esperava de Hélder Miranda, que assinou o melhor tempo da especial, reduzindo a desvantagem que vinha acumulando desde o início da prova, mas sem conseguir anular por completo a vantagem construída por João Rodrigues.
Também Joni Gonçalves confirmava a sua regularidade ao longo do dia, terminando esta terceira passagem por Chaves no 2.º lugar da especial, o que lhe permitiu consolidar a sua posição no top-3 provisório do rali. Rodrigues foi terceiro, mas com uma boa margem para gerir.

DANNY CARREIRA VENCE A SUPER-ESPECIAL, MAS JOÃO RODRIGUES SEGURA A LIDERANÇA
A Super-Especial que encerrou esta primeira jornada trouxe uma novidade à frente da classificativa, com Danny Carreira / Marco Vilas Boas a assinarem o melhor tempo, batendo Hélder Miranda por 0,7 segundos e Pedro Câmara por 0,8 segundos. João Rodrigues por seu lado, perdeu 4,3 segundos nesta especial, mas essa perda não foi suficiente para comprometer a liderança que vinha construindo desde o início da prova.

Fechada a 1.ª Etapa, João Rodrigues lidera com 12,1 segundos de vantagem sobre Hélder Miranda, no que se afigura como a principal luta pelo triunfo. Joni Gonçalves mantém-se no 3.º lugar, a 20 segundos do líder, seguido de Nuno Coelho / Ricardo Cunha, a 31,4 segundos, e de Gonçalo Rêgo / Pedro Castro, quintos, a 41,5 segundos.
Fora do top-5, Afonso Santos / Mafalda Santos ocupam a melhor posição, seguidos de Danny Carreira. Pedro Câmara é oitavo e tem um défice de tempo significativo, enquanto Oisin McShane / Niall Myers e Bryn Jones / Max Freeman encerram, por agora, o top-10 desta 1.ª Etapa.
Este sábado disputa-se a 2.ª Etapa, com três repetições dos troços Alto Tâmega e Termas de Chaves, este último com estatuto de Power Stage, naquela que promete ser uma tarde decisiva para o desfecho deste Rali da Água Transibérico
Eurocidade Chaves-Verín, e para o rumo da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026

 

PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL, PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA e DESAFÍO PEUGEOT: 
três campeonatos num só para continuar a formar novos talentos

A PEUGEOT Portugal e a PEUGEOT Espanha voltam a unir forças na competição, realizando, em simultâneo, duas iniciativas promocionais, que decorrem, em paralelo, no CPR (Campeonato de Portugal de Ralis) 2026 e no S-CER (SuperCampeonato de Espanha de Ralis) 2026.

A PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL e o DESAFÍO PEUGEOT partilham a mesma estrutura de prémios e de calendário, tendo ambas cinco provas, com duas delas a enquadrarem-se na prestigiada PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

O PEUGEOT 208 Rally4, modelo que tem servido de trampolim nos últimos anos para pilotos da estatura de Ricardo Sousa, Hugo Lopes, Alejandro Cachón ou Diego Ruiloba, continuará a ser o melhor aliado para os futuros campeões de ralis de Portugal e Espanha.


A PEUGEOT destaca-se mais um ano como a marca de referência para as jovens promessas dos ralis. Depois de ter apostado numa nova abordagem desportiva em 2025, que proporcionou um sucesso notável a nível ibérico, a fórmula repete-se nesta temporada, com três campeonatos agrupados num só – PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL, DESAFÍO PEUGEOT e PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA – para continuar a promover o aparecimento e a evolução dos novos valores desta categoria de motorsport.

A PEUGEOT Portugal e a PEUGEOT Espanha realizam, em complemento, a PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL e o DESAFÍO PEUGEOT, apostando no mesmo montante de prémios e num calendário composto por cinco provas, em pisos de asfalto ou terra, associadas respetivamente ao CPR (Campeonato de Portugal de Ralis) e ao S-CER (Supercampeonato de Espanha de Ralis).

O valor total dos prémios ascende a 150.000 €. Os cinco primeiros classificados em cada uma das provas pontuáveis para os três campeonatos serão remunerados proporcionalmente à sua posição. O piloto que se sagrar Campeão no final da temporada, se também for júnior (menor de 27 anos), irá beneficiar de um programa oficial, a nível nacional, com uma viatura de Rally2 da Stellantis Motorsport.

A PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL iniciar-se-á integrando as duas primeiras provas do CPR (Campeonato de Portugal de Ralis) 2026: o Rali Vidreiro (6-7 de março) e o Rali Terras d’Aboboreira (17-18 de abril), que se disputam respetivamente em asfalto e terra. O Rali de Lisboa (29-30 de maio) e o Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín (11-12 de setembro) constituirão a secção central da competição portuguesa, que terminará com o Rali Casinos do Algarve (2-3 de outubro), na que será a segunda prova em pisos de terra da época.

Por seu turno, tendo completado 40 anos em 2025, o DESAFIO PEUGEOT mantém-se como o único troféu de promoção espanhol a contar, nesta época, com um calendário misto, combinando dois tipos de piso. Terá início no Rallye La Nucía-Mediterráneo (20-21 de março), prova inaugural do S-CER (SuperCampeonato de Espanha de Ralis) 2026, integrando ainda o Rallye Rías Baixas (3-4 de julho) e o Rallye Villa de Llanes (25-26 de setembro), a encerrar a época, dois ralis emblemáticos em asfalto. Entre eles correr-se-ão duas provas em terra, ambas inéditas no troféu: o Rallye Ciudad de Utiel (15 e 16 de maio) e o Rallye Isla de Los Volcanes (8 e 9 de agosto), uma estreia em território canário, integrando o renovado DESAFÍO PEUGEOT, evento que contará com vantajosas ajudas e bónus, de modo a facilitar a participação das equipas peninsulares.

Em complemento e pelo segundo ano consecutivo, os troféus nacionais sob gestão da PEUGEOT Portugal e da PEUGEOT Espanha irão retroalimentar-se mutuamente, dando origem à nona edição da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, um dos troféus monomarca de maior nível no panorama internacional. As duas provas designadas de cada competição, todas continentais, serão o Rali Terras d’Aboboreira e o Rali Casinos do Algarve, no âmbito da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL, e o Rallye Rías Baixas e o Rallye Villa de Llanes, no que diz respeito ao DESAFÍO PEUGEOT.

O PEUGEOT 208 Rally4 voltará a ser o protagonista de mais um ano deste ambicioso programa ibérico da marca PEUGEOT, proporcionando às equipas um equilíbrio perfeito entre desempenho, fiabilidade, igualdade técnica e acessibilidade. Tudo aliado às suas qualidades dinâmicas e ao seu grande potencial, que o tornaram no automóvel-escola de excelência para os ralis, um produto desenvolvido pela PEUGEOT Sport e um aliado perfeito para a formação e promoção das novas promessas dos ralis. O seu historial a nível ibérico comprova-o: nos últimos cinco anos, o PEUGEOT 208 Rally4 valorizou o potencial de jovens talentos como Ricardo Sousa, Hugo Lopes ou Pedro Antunes em Portugal, e também como Alejandro Cachón, Diego Ruiloba (respectivamente Campeão e Vice-Campeão do S-CER 2024), Sergi Pérez, Unai de la Dehesa ou Giovanni Fariña, em Espanha.CALENDÁRIOS PARA 2026

PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026

– Rali Vidreiro (6-7 de março) [asfalto]

– Rali Terras d’Aboboreira (17-18 de abril) [terra]

– Rali de Lisboa (29-30 de maio) [asfalto]

– Rali da Água Transibérico Eurocidade (11-12 de setembro) [asfalto]

– Rali Casinos do Algarve (2-3 de outubro) [terra]

DESAFÍO PEUGEOT 2026

– Rallye La Nucía-Mediterráneo (20-21 de março) [asfalto]

– Rallye Ciudad de Utiel (15-16 de maio) [terra]

– Rallye Rías Baixas (3-4 de julho) [asfalto]

– Rallye Isla de Los Volcanes (8-9 de agosto) [terra]

– Rallye Villa de Llanes (25-26 de setembro) [asfalto]

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2026

– Rali Terras d’Aboboreira (17-18 de abril) [terra]

– Rallye Rías Baixas (3-4 de julho) [asfalto]

– Rallye Villa de Llanes (25-26 de setembro) [asfalto]

– Rali Casinos do Algarve (2-3 de outubro) [terra]

PRÉMIOS POR PROVA

1º lugar: 5.000 € + Troféus para piloto e navegador

2º lugar: 4.000 € + Troféus para piloto e navegador

3º lugar: 3.000 € + Troféus para piloto e navegador

4º lugar: 2.000 € + Troféus para piloto e navegador

5º lugar: 1.000 € + Troféus para piloto e navegador

INFORMAÇÕES E FOTOS:

– em http://www.peugeotrallycupiberica.com/

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– Imagens da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA para imprensa (livres de direitos editoriais) em  https://aifa.smugmug.com/Motorsport/PEUGEOT-Rally-Cup

CONTACTOS:

PEUGEOT PORTUGAL | Jorge Magalhães |  jorge.magalhaes@stellantis.com | + 351 96 986 16 80

SPORTS & YOU | José Pedro Fontes | jpfontes@sportsandyou.pt | + 351 91 762 55 88

GOOD NEWS | Tito Morão | tmorao@goodnews.pt | + 351 91 840 00 01

GOOD NEWS | José Pinheiro | jlpinheiro@goodnews.pt | + 351 91 565 32 73

RICARDO SOUSA CAMPEÃO DA
PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025 EM RALI COM VITÓRIA SÓLIDA DE GIL ANTUNES

Foi um duplo festejo o que se viveu ao final da tarde de hoje na Marina de Cascais, no final da derradeira jornada da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025. Por um lado, Gil Antunes e Alexandre Ramos celebraram a sua primeira vitória de sempre num troféu de ralis da PEUGEOT, ao garantirem o 1.º lugar neste Rally de Lisboa. Por outro, Ricardo Sousa e Luis Marques festejaram, em grande, a tão ambicionada conquista do título de Campeão do troféu de ralis deste ano da PEUGEOT Portugal.

Impondo-se à geral num rali em que não teve quem lhe fizesse frente, Gil Antunes chegou ao controlo final da prova com uma vantagem de 46,3 segundos sobre Ricardo Sousa, num 2.º lugar pendurado por 2,5 segundos, a diferença com que acabou sobre Joni Gonçalves / Vitor Hugo. Por seu turno Iago Gabeiras / Ian Quintana, que iniciaram o rali como pretendentes ao cetro, tiveram uma tarde em full attack mode, terminando a apenas 5 décimos de um lugar no pódio desta última prova do ano.

Filipe Nogueira / Pedro Figueira fecharam a contenda, terminando no 5.º posto final entre os concorrentes do troféu da PEUGEOT, num rali em que Gil Antunes garantiu para si nada menos do que seis melhores tempos, nos doze troços da prova lisboeta.

Feitas as contas após esta derradeira jornada desta segunda época da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL, Ricardo Sousa sagra-se Campeão de 2025 e garante o Grande Prémio Final, um rali no próximo ano numa viatura da categoria Rally2, da Stellantis Motorsport. Termina a época com 92 pontos válidos, mais 17,8 pontos do que o acumulado de Iago Gabeiras (74,2 pontos) enquanto o azarado Rafael Rêgo, que abandonou logo no segundo troço deste Rally de Lisboa, fecha a época com 62,6 pontos. 

A PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL está, assim, encerrada, pelo que os olhos já estão no ano de 2026 e das novidades que o mesmo irá trazer. Dois nomes já constam do Palmarés do troféu português: Ricardo Sousa, em 2025, e Hugo Lopes, em 2024. Quem lhes sucederá?

SÓ DEU GIL ANTUNES NA SECÇÃO DA MANHÃ

A manhã de sábado começou no mesmo tom do final de sexta-feira, com Gil Antunes / Alexandre Ramos de novo a destacarem-se dos demais, garantindo o pleno de melhores tempos nos três troços da secção, num rali em que Ricardo Sousa / Luis Marques se mantiveram a controlar o seu ímpeto e, principalmente, o diferencial para os espanhóis Iago Gabeiras / Ian Quintana, os seus agora únicos adversários ao título de 2025 da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL.

No primeiro desafio do dia, os 5,9 km da segunda passagem pelo troço de Vila Franca de Xira, Antunes impunha-se, deixando Sousa a 1,1 segundos. Joni Gonçalves / Vítor Hugo somou mais 4,2 segundos, num troço em que a dupla Francisco Custódio / Paulo Marques ficou pelo caminho, reduzindo a apenas cinco o número de PEUGEOT 208 Rally4 do troféu em competição.

Antunes seria, também, o mais rápido nos 16,81 km num troço de Alenquer em que Gabeiras deu, finalmente, um ar da sua graça, num segundo tempo que lhe permitiu recuperar 9 segundos a Sousa, e depois também nos 5,19 km da especial de Vinhos de Lisboa, aqui impondo-se a Gonçalves e a Gabeiras, aqui a recuperar 0,7 segundos a Sousa, que nitidamente só pensava nas contas do título, abdicando de lutar pela vitória no rali.

No final da manhã, o cenário da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL, ainda com quatro troços por cumprir, apresentava Gil Antunes como líder, com 25 segundos de vantagem sobre Ricardo Sousa, tendo este Joni Gonçalves atrás de si, a apenas 4 segundos, mas ainda com esperança de conquistar a medalha de prata no rali lisboeta. Já Iago Gabeiras estava a uns longos 37,1 segundos de Sousa, pelo que apenas podia esperar por um infortúnio do português nos troços da tarde para ainda poder garantir o desejado título de 2025.


IAGO GABEIRAS EM
FULL ATTACK, RICARDO SOUSA A CONTROLAR

Fechando em alta esta derradeira prova do calendário de ralis, a secção final da 2.ª Etapa do rali do CPKA correu-se na Serra de Sintra, numa dupla ronda por estradas de dois troços icónicos dos ralis nacionais. Assumindo uma nova postura, a última tarde de ralis do ano viria a ser de Iago Gabeiras, que quis mostrar que, se já não tinha armas para lutar pelo troféu, pelo menos iria partir à conquista do degrau mais baixo do pódio.

O espanhol foi, assim, o mais lesto na primeira passagem por Alcabideche (5,46 km), batendo o líder por 6,3 segundos e o seu adversário ao título por 6,4 segundos, mas, melhor do que isso, recuperando 8,8 segundos a Joni Gonçalves, o então 3.º classificado, reduzindo para 24,3 segundos o deficit que o separava dessa potencial subida ao pódio e de uns potenciais pontinhos extra para o troféu. Fê-lo, também no troço seguinte – Pé da Serra / Peninha (9,61 km) – onde Gabeiras recuperaria mais 6,7 segundos a Gonçalves, reduzindo para 16,7 segundos o diferencial entre si. Antunes venceu a especial – foi o seu sexto melhor crono neste rali – e Sousa mantinha-se a controlar, sem correr riscos.

De regresso a Alcabideche, foi de novo Gabeiras a encimar a tabela de tempos, reduzindo em mais 8 segundos a distância para Gonçalves, pelo que ambos seguiriam para a derradeira classificativa separados por 9,6 segundos.

Com estatuto de Power Stage, a segunda visita à especial de Pé da Serra / Peninha seria de suster a respiração, pois Gabeiras fez o melhor tempo, recuperando 9,1 segundos a Gonçalves, ficando-lhe a faltar uns parcos 5 décimos de segundo para lhe roubar o 3.º lugar e menos 3 segundos redondos para um assalto ao 2º lugar de Sousa, o novo ‘Campeão’ que não se livrava desse valente susto final, decorrente da enorme aproximação conseguida, à última da hora, pelos seus dois adversários.

Quanto a Gil Antunes e um já bem mais calmo Ricardo Sousa, cada um deles festejava à sua maneira, junto com os seus navegadores, familiares e elementos das suas equipas – Prolama e Domingos Sport, respetivamente, responsáveis pela excelente preparação dos seus PEUGEOT 208 Rally4 – estas suas mais recentes conquistas, no primeiro caso a sua vitória de estreia num rali de um troféu da PEUGEOT, no segundo o tão ambicionado título de Campeão da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025.

O Rally de Lisboa teria, ainda, a um troço adicional – a City Stage Marina de Cascais (1,39 km) – este já sem contar para a classificação geral, onde as equipas puderam, finalmente, descontrair um pouco e concentrar-se em dar espetáculo à enchente de público distribuída pelo seu perímetro. A título de referência, o top-3 ficou assim escalonado: Gabeiras, Gonçalves e Sousa.

Seguiu-se a cerimónia do pódio desta quinta e última prova do troféu, consagrando não só Gil Antunes / Alexandre Ramos, dupla vencedora da prova do CPKA, como Ricardo Sousa / Luis Marques, os segundos classificados e os Campeões da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025.

Voltando ao nome em destaque neste rali, Gil Antunes, para além da vitória em termos de troféu da PEUGEOT, classificou-se no 7.º lugar da geral absoluta do rali, foi o melhor da categoria 2 Rodas Motrizes nesta última prova do Campeonato de Portugal de Ralis, tendo ainda vencido a classe RC4.

Por seu turno, Ricardo Sousa reforçou aqui o título já conquistado previamente no Rali da Água Transibérico, de Campeão de Portugal de Ralis 2025 / 2 Rodas Motrizes, um dos campeonatos de ralis nacionais sob a égide da FPAK.


SOUSA ‘CAMPEÃO’, GABEIRAS ‘VICE’ E RÊGO 3.º CLASSIFICADO

Feita a contabilidade final da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025, considerando-se os quatro melhores resultados da época (de um total de cinco pontuações), Ricardo Sousa / Luis Marques sagram-se aqui Campeões, somando 24 pontos (já tendo em conta o fator de multiplicação aqui aplicado) e descontando 18 pontos (o seu pior resultado), terminando a época com um acumulado de 92 pontos válidos de um total de 110 pontos.

“Dois ralis, duas conquistas! Depois de há 15 dias termos conquistado o cetro de Campeões de Portugal de Ralis de 2 Rodas Motrizes, ganhámos agora a PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL!” – exclama um visivelmente radiante Ricardo Sousa no final deste Rally de Lisboa. “E assim terminamos a época a concretizar os nossos sonhos, a marcar mais um ‘check’ naqueles que eram os nossos objetivos para este ano desportivo. Obrigado a todos pelo apoio que nos deram, a quem nos acompanhou de perto e à distância, aos parceiros que apoiam este projeto, à Prolama que cuida tão bem do nosso PEUGEOT. E à família. Este é para todos vocês!”

Quartos classificados neste Rally de Lisboa, os espanhóis Iago Gabeiras / Ian Quintana somaram aqui 20,4 pontos e descontaram apenas 1 ponto, terminando a época com o estatuto de Vice-Campeões, com 74,2 pontos válidos (75,2 no total). Inicialmente candidatos ao título, mas obrigados a abandonar ontem, na sequência de uma saída de estrada, Rafael Rêgo / Ana Gonçalvas fecharam a época na 3.ª posição da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025, somando 62,6 pontos.

Com o 1.º lugar alcançado nesta prova e os pontos extra obtidos na Power Stage, Gil Antunes / Alexandre Ramos terminam a época na 4.ª posição (61,4 pontos), à frente dos ausentes Guilherme Meireles / Pedro Alves (59 pontos).


Rally de Lisboa

5.ª (e última) prova da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025

CLASSIFICAÇÃO FINAL*
1.º Gil Antunes / Alexandre Ramos, 1h 01m 40,1s

2.º Ricardo Sousa / Luis Marques, a 46,3s

3.º Joni Gonçalves / Vitor Hugo, a 48,8s

4.º Iago Gabeiras / Ian Quintana, a 49,3s

5.º Filipe Nogueira / Pedro Figueira, a 4m 59,1s

Desistências: Rafael Rêgo (Júnior) / Ana Gonçalves (ES2); Francisco Custódio (Júnior) / Paulo Marques (ES6); Guilherme Meireles (Júnior) / Pedro Alves, Sérgio Dias / Bruno Abreu e Danny Carreira (Júnior) / Marco Villas Boas não alinharam; Henrique Moniz / Jorge Dinis alinharam no rali mas fora do Regulamento do troféu, pelo que não pontuam.

Todos em PEUGEOT 208 Rally4.

* Classificação Provisória até à publicação oficial dos resultados pela Organização.


SOUSA EM PORTUGAL, FARIÑA EM ESPANHA E NO TROFÉU IBÉRICO

Para finalizar, acrescente-se que para além de Ricardo Sousa / Luis Marques se terem sagrado Campeões da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025, também já estão atribuídos os títulos de Campeões da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2025 e do DESAFÍO PEUGEOT (Espanha) 2025, ambos conquistados pelos espanhóis Giovanni Fariña / Alejandro Rodriguez.

Pela sua conquista do troféu português, Ricardo Sousa alcançou o seu Grande Prémio Final, a inscrição num rali do próximo ano a realizar num dos dois países da Península Ibérica, com uma viatura da categoria Rally2 da Stellantis Motorsport. Quanto a Giovanni Fariña, pela sua vitória no troféu ibérico garantiu uma época completa em 2026 aos comandos de uma idêntica viatura, num dos campeonatos nacionais, de Portugal ou Espanha, a que junta a participação num rali extra pelo 1.º lugar no troféu espanhol.

É um processo em continuidade desde 2018, ano de criação da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, e que, desde então, já elevou vários pilotos aos palcos internacionais, do Europeu de Ralis e Mundial de WRC2. Afinal, um dos objetivos de excelência de todos os troféus de ralis com a chancela da PEUGEOT é servir de catapulta para que novos valores se possam expressar ao mais alto nível, contribuindo para a evolução das suas carreiras na modalidade.

Coorganizados pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT España, com a gestão logística a cargo da Sports & You, os três troféus ibéricos de 2025 – PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL e DESAFÍO PEUGEOT – contaram com a PIRELLI no fornecimento e assistência de pneus e com o apoio do ACP, RACC, SPARCO, GUPE e RACE FOR GOOD.


GALERIAS DE ‘CAMPEÕES’

– PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA

Época

Piloto

Navegador

Taça Júnior

#8: 2025

Giovanni Fariña

Alejandro Rodriguez

Giovanni Fariña

#7: 2024

Unai de la Dehesa

Daniel Sosa

Unai de la Dehesa

#6: 2023

Sergi Pérez

Lorena Romero

Sergi Pérez

#5: 2022

Diego Ruiloba

Andrés Blanco

Diego Ruiloba

#4: 2021

Alejandro Cachón

Alejandro ‘Jandrín’ Lopez

Alejandro Cachón

#3: 2020

Pedro Antunes

Pedro Alves

Alejandro Cachón

#2: 2019

Daniel Berdomás

David Rivero

Josep Bassas

#1: 2018

Robert Blach

José Murado*

Robert Blach


Nota: * Na Temporada 1 não se atribuiu Troféu de Navegador.

– PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL

Época

Piloto

Navegador

Taça Júnior

#2: 2025

Ricardo Sousa

Luis Marques

Rafael Rêgo

#1: 2024

Hugo Lopes

João Aguiar

Hugo Lopes

– DESAFÍO PEUGEOT (ESPAÑA)

Época

Piloto

Navegador

Taça Júnior

#2: 2025

Giovanni Fariña

Alejandro Rodriguez

Giovanni Fariña

#1: 2024

Unai de la Dehesa

Daniel Sosa

Unai de la Dehesa

INFORMAÇÕES E FOTOS:

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– no Facebook https://www.facebook.com/peugeotrallycupiberica/

– Imagens da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA para imprensa (livres de direitos editoriais) em  https://aifa.smugmug.com/Motorsport/PEUGEOT-Rally-Cup

CONTACTOS:

PEUGEOT PORTUGAL | Jorge Magalhães |  jorge.magalhaes@stellantis.com | + 351 96 986 16 80

SPORTS & YOU | José Pedro Fontes | jpfontes@sportsandyou.pt | + 351 91 762 55 88

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TUDO EM ABERTO NO RALI 
E NA ATRIBUIÇÃO DO CETRO DA
PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025

O Rally de Lisboa abriu esta sexta-feira o capítulo decisivo da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025, num primeiro dia que ficou marcado por condições meteorológicas adversas, bem como por elevados níveis de emoções e contratempos entre dois dos candidatos ao título.

Ricardo Sousa, Rafael Rêgo e Iago Gabeiras eram os três candidatos ao Grande Prémio Final deste troféu – um rali aos comandos de uma viatura da categoria Rally2 dos ateliers da Stellantis Motorsport, em 2026 – prometendo lutas intensas logo desde o primeiro quilómetro pelas honras de vencedor da competição monomarca da PEUGEOT em solo luso.

Sob chuva persistente, que tornou o asfalto particularmente traiçoeiro e obrigou pilotos e equipas a afinações criteriosas dos seus PEUGEOT 208 Rally4, e apesar das dificuldades, o espetáculo não defraudou as expectativas. Em cinco especiais houve quatro vencedores de troços e também quatro alterações na liderança do troféu. Mas também já ficou pelo caminho um dos pretendentes ao título.

Amanhã (sábado), correr-se-ão os derradeiros 58 quilómetros ao cronómetro das sete especiais de classificação que ainda faltam deste imprevisível Rally de Lisboa 2025, uma prova que integra pontuações extra, decorrentes do fator de multiplicação às pontuações normalmente atribuídas, e que terminará com uma super-especial espetáculo na Marina de Cascais, esta já sem qualquer influência na competição.

Assim, revestem-se de enorme importância os resultados que Sousa e Gabeiras – os agora dois pretendentes ao título de 2025 – vierem a conseguir nesses sete troços, em busca do troféu maior da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025, objetivo a que Rêgo, um dos grandes protagonistas da presente época, já não poderá chegar, decorrente da sua desistência.

Rêgo: DO ATAQUE INICIAL AO DESAIRE

O primeiro dia do Rally de Lisboa amanheceu com nuvens carregadas e muita chuva, dando o mote para o que se espera desta última prova da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025. O Shakedown serviu o primeiro aperitivo no troço de Sobral de Abelheira – Mafra (3,13 km) como ensaio geral para os “Leões do Asfalto”, que sob piso molhado e níveis de aderência reduzidos, ali decidiram e escolheram as afinações finais para a prova.

Com tempos como meras referências, a dupla Rafael Rêgo / Ana Gonçalves pareceu mais à vontade no asfalto molhado, assinando o melhor registo, à frente de Gil Antunes / Alexandre Ramos e Iago Gabeiras / Ian Quintana. Ricardo Sousa / Luís Marques rubricaram o quarto melhor tempo.

A tarde desta sexta-feira já ia a meio quando os sete PEUGEOT 208 Rally4 do troféu entraram em real confronto, tendo como palco o primeiro dos cinco troços do dia, os 9,06 km de Arranhó 1. Confirmando a tendência do Shakedown, Rêgo impôs um ritmo fortíssimo, batendo Sousa por uma ampla margem de 12 segundos, pelo que se antevia uma continuidade ao domínio exercido há um mês, no Rali da Água Transibérico. Antunes seria o terceiro mais rápido, seguido de Joni Gonçalves / Vítor Hugo e de Iago Gabeiras.

A segunda especial do dia – Vila Franca de Xira 1 (5,90 km) – trouxe o primeiro grande momento dramático do fim de semana, com a desistência de um dos pretendentes ao título da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025. Depois desse arranque espantoso, Rêgo ficaria parado no troço, num final prematuro e amargo para o jovem piloto que tanto potencial tem demonstrado ao longo das cinco provas do presente ano do troféu português.

Gonçalves vencia o troço e assumia a liderança do troféu, seguido de Sousa, a um décimo de segundo, e de Antunes, a 2 segundos da referência. Gabeiras seria quarto, ainda com algumas dificuldades em acompanhar o ritmo dos homens da frente. Logo depois Sousa via o dia melhorar significativamente, vencendo a especial de Alenquer 1 (16,81 km), a mais longa do dia, batendo Antunes, Gonçalves e Gabeiras que repetia o quarto melhor tempo, sem conseguir estancar a hemorragia de segundos perdidos. Sousa passava para a frente da classificação – era a terceira mudança de líder do dia – tendo o espanhol Gabeiras, o único que ainda podia sonhar com o cetro, no 4.º lugar, já a 29,7 segundos de distância.

QUATRO VENCEDORES EM 5 TROÇOS E 4 MUDANÇAS DE LÍDER

Dando continuidade a um rali repleto de emoções, a quarta especial do dia, o troço de Vinhos de Lisboa 1 (5,19 km), voltava a ter um novo nome como melhor crono e, com isso, um novo líder do troféu. Vencedor da especial, Antunes assumia o primeiro posto do ranking provisório, ganhando oito segundos a Sousa, ele que fez apenas o quarto tempo, atrás de Gonçalves e de Francisco Custódio / Paulo Marques, dupla que pela primeira vez aparecia no top-3 de uma especial. Gabeiras voltava a ver-se batido em mais 6 segundos por Sousa.

O dia terminava com a Super-Especial de Mafra (1,63 km), troço espetáculo disputado em ambiente urbano, onde as diferenças foram mínimas, ficando o top-3 assim composto: Antunes, Sousa e Custódio

Após estes primeiros cinco troços do Rally de Lisboa 2025, Gil Antunes é o líder entre os Leões da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL, com 5,1 segundos de vantagem para Ricardo Sousa, tendo este 7,2 segundos de avanço sobre Joni Gonçalves, deixando tudo em aberto para o segundo e derradeiro dia de rali em termos de vitória na prova organizada pelo CPKA – Clube de Promoção de Karting e Automobilismo.

Francisco Custódio é o 4.º classificado, estando a mais de meio minuto de um lugar do pódio e tendo uma margem mínima de 1,4 segundos sobre Iago Gabeiras, o matematicamente ainda pretendente ao cetro final. Filipe Nogueira completa os seis PEUGEOT 208 Rally4 do troféu ainda em prova.

No final deste primeiro dia, as contas do título de 2025 podem, aparentemente, parecer fáceis de fazer: com Rafael Rêgo fora de prova e Iago Gabeiras a 40 segundos, Ricardo Sousa, apenas tem de gerir o andamento no que falta do rali para alcançar o tão desejado título. Só que, a história tem demonstrado que os ralis só acabam no pódio de chegada e já tanta peripécia houve no passado recente dos troféus da PEUGEOT, que o melhor é só se cantar vitória quando essa estiver, efetivamente, assegurada.

SETE TROÇOS E OS ÚLTIMOS 58 QUILÓMETROS DE 2025

Perspetiva-se, assim, mais um dia de sábado bastante intenso, corrido em estradas que encerram tanto historial de ralis, numa 2ª Etapa em que os concorrentes têm pela frente três das especiais percorridas hoje (sexta-feira), a que se soma uma dupla passagem por dois troços icónicos, desenhados na Serra de Sintra, num total aproximado de 58 quilómetros ao cronómetro.

O dia começa com a ES6 – Vila Franca de Xira 2 (5,90 km) às 09h41, seguida da ES3 – Alenquer 2 (16,81 km) às 09h58 e da ES4 – Vinhos de Lisboa (5,19 km) às 10h48, ronda que terminará com uma visita ao Parque de Assistência em Mafra, antes da derradeira secção do rali, onde tudo ficará decidido.

Será na área de Sintra / Cascais, mais propriamente na ‘catedral lisboeta dos ralis’, que tudo se decidirá, primeiro na ES9 – Alcabideche 1 (5,46 km), às 13h34, seguida da ES10 – Pé da Serra / Peninha 1 (9,61 km), às 14h01, uma ronda que se repete logo de seguida, com a ES11 – Alcabideche 2 às 15h09 e a ES12 – Pé da Serra / Peninha 2 às 15h36, tendo esta última o estatuto de Power Stage.

Far-se-ão, na altura, as conta definitivas do título da época – aplocando-se às pontuações um fator de multiplicação e descontando-se, do pecúlio pontual de cada um, o pior resultado do ano – ficando assim a conhecer-se, em definitivo, o nome do ‘Campeão’ da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025.

Depois disso a caravana rumará ao centro de Cascais, para uma derradeira especial-espetáculo, a ES13 – City Stage Marina de Cascais, nuns curtos 1,39 quilómetros que terão início às 16h17, mas que já não contarão para a classificação final do rali. Serão apenas para gaudio das centenas de aficionados que ali se esperam concentrar.

A encerrar oficialmente a temporada de 2025 dos ralis nacionais, a Cerimónia do Pódio do Rally de Lisboa 2025 decorrerá na Marina de Cascais, coroando o Campeão da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025, bem como os demais vencedores desta prova que decide a atribuição da Taça de Portugal de Ralis 2025.

No caso do troféu da PEUGEOT a pergunta é simples: Ricardo Sousa ou Iago Gabeiras? Já a resposta é bem mais complicada, aceitando-se apostas, numa roleta em que a inclemência atmosférica de S. Pedro poderá ter uma palavra a dizer.

*** Nota: As horas indicadas referem-se ao primeiro carro na estrada.

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BRILHANTE VITÓRIA DE RAFAEL RÊGO 
NA QUARTA JORNADA 
DA PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025

Se na Etapa de ontem já mostraram ao que vinham, batendo os seus adversários por mais de 1 segundo por quilómetro, hoje reforçaram as pretensões. Rafael Rego e Ana Gonçalves venceram categoricamente o Rali da Água Transibérico – Eurocidade Chaves-Verín, a quarta e penúltima prova da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025.

Impondo-se à geral e sendo também os mais rápidos na Power Stage, somaram a pontuação máxima e aproximaram-se de Ricardo Sousa / Luís Marques, dupla que  chegou aqui como líder da contenda, num rali que fizeram a controlar e que terminaram na 4.ª posição da geral.

À sua frente, nos dois outros lugares do pódio, ficaram Guilherme Meireles / Pedro Alves e Iago Gabeiras / Ian Quintana, duas equipas que, fruto dos resultados agora alcançados, também se assumem como reais candidatos ao título nacional de 2025. A decisão será conhecida na derradeira jornada desta segunda época da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL.

Serão, assim, essas quatro duplas que daqui a pouco mais de um mês se irão defrontar no Rally de Lisboa, uma prova que fará a sua estreia no âmbito dos troféus monomarca da PEUGEOT, nomeadamente na iniciativa lusa organizada pela PEUGEOT Portugal.

Quem sucede a Hugo Lopes / Valter Cardoso e conquista o Grande Prémio final da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025? A resposta será conhecida no próximo dia 1 de novembro, no final do último troço do ano, desenhado num palco icónico dos ralis nacionais: a Serra de Sintra.

DE MANHÃ CONTINUOU A MANDAR RAFAEL RÊGO…

Depois de ontem Rafael Rêgo não ter deixado os seus créditos por mãos alheias, com uma vantagem de mais de 30 segundos – ganhou cerca de 1 segundo por quilómetro – a todos os seus adversários no conjunto dos três troços da 1.ª Etapa deste Rali da Água Transibérico – Eurocidade Chaves-Verín. O piloto do PEUGEOT 208 Rally4 #34 começou hoje na mesma toada, sublinhando querer ser ele a levar para casa as taças e o prémio de 5.000 euros correspondente à vitória nesta prova desenhada no eixo Chaves-Verín.

Começou por ir colher mais 6,8 segundos para Guilherme Meireles do lado de lá da fronteira, nos 15,78 km cronometrados de Verín 1, eles que foram os únicos dois pilotos do troféu a conseguir cumprir o troço em condições normais, pois os restantes viram-se, de algum modo, afetados por um acidente de um dos pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis, sendo-lhes, por isso, atribuído um tempo nominativo. A todos menos a Danny Carreira, que no arranque para o troço era 2.º, mas que veio a desistir por despiste.

Depois, a meio da manhã e já de regresso a Portugal, os 12,20 km de Chaves 1 apresentaram um top-3 de tempos composto por Meireles como o mais rápido, recuperando 2,6 segundos a Rêgo e dando 14,8 segundos a Gil Antunes. Calmo na sua jornada à distância, Ricardo Sousa, líder do troféu à entrada para esta prova, mantinha-se em luta controlada com o espanhol Iago Gabeiras.

A fechar a ronda matinal, os 12,15 km de Termas de Chaves 1 trouxeram de volta a normalidade, apresentando, uma vez mais, Rêgo no topo da tabela de tempos, 7,6 segundos à frente de Meireles, num top-3 que integrou, pela primeira vez no rali, o nome Sousa, ficando 11 segundos atrás do melhor crono, resultado que, ainda assim, deu para ultrapassar o seu adversário espanhol na geral do troféu.

A 1.ª Secção da 2.ª Etapa do rali organizado pelo CAMI – Clube Aventura do Minho terminava, assim, com o seguinte escalonamento para a PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL: Rafael Rêgo / Ana Gonçalves à frente, com uns sólidos 45,3 segundos sobre Guilherme Meireles / Pedro Alves e um ainda maior fosso de 1 minuto e 25,7 segundos sobre Gil Antunes / Alexandre Ramos, numa altura em que Ricardo Sousa / Luis Marques subiam ao 4.º lugar, ficando a 18,1 segundos de um potencial pódio, mas com uma margem de apenas 4,2 segundos sobre Iago Gabeiras / Ian Quintana. Era este o top-5 que encimava uma lista de onze PEUGEOT 208 Rally4 classificados para o troféu.

… NUMA TARDE QUE, NO FINAL, SERIA A FESTA DA VITÓRIA

À tarde repetiu-se a passagem por estes mesmos três troços e pela mesma ordem, com Verín 2 então a decorrer com normalidade, depois do percalço matinal. No final dos seus 15,78 km, quer Meireles quer Gabeiras recuperaram algum tempo aos seus adversários diretos, mas sem que esses poucos segundos significassem alterações à geral. O oposto do que aconteceria nos últimos lugares do troféu, tendo os demais beneficiado da saída de estrada de Joni Gonçalves.

Também na Especial de Chaves 2 seria Meireles a aparecer no topo das folhas de tempos, batendo Gabeiras por 1 segundo – resultado que fazia o espanhol galgar dois lugares, até ao 3.º posto provisório – tantos quantos os que Sousa perdia, caindo para 5.º da geral, atrás do regular Antunes.

Quanto a Rêgo, o indiscutível líder deste rali, seguia para Termas de Chaves 2 – o derradeiro troço da tarde e da prova – com uma mais do que confortável vantagem de 39,2 segundos, concentrando-se em tirar o melhor partido dos pontos extra desses 12,15 km que serviriam de Power Stage.

De faca nos dentes, Rêgo alcançaria mesmo o melhor tempo, somando 3,6 pontos aos 30 muito valiosos pontos inerentes a esta sua primeira vitória de sempre na PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL. Esse score combinado – o máximo possível de alcançar neste rali – de 33,6 pontos coloca-o, indiscutivelmente, na luta pelo título de 2025.

Mas esta Power Stage foi também palco da discussão, ao décimo de segundo, do 3.º lugar final do rali, entre três candidatos, Gabeiras, Antunes e Sousa, classificados por esta ordem à entrada para o troço. No final do mesmo seria o espanhol a registar o segundo crono e os correspondentes 2,4 pontos, e Sousa a terceira melhor marca e mais 1,2 pontos, valores que foram depois somados aos seus resultados em termos de classificação geral. Infeliz seria Antunes, que abandonava já com a meta quase à vista.

A cerimónia do pódio quarta prova (de cinco) da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025, em Chaves, teve lugar ao final da tarde nas Caldas de Chaves, consagrando a dupla vencedora Rafael Rêgo / Ana Gonçalves, da equipa The Racing Factory, que a terminaram, naturalmente, em ambiente de festa, adiando-se para Lisboa a atribuição do cetro da presente temporada.

Guilherme Meireles / Pedro Alves, terminavam no 2.º lugar e Iago Gabeiras / Ian Quintana em 3.º à frente de Ricardo Sousa / Luis Marques que herdava o 4.º posto pelo abandono do seu adversário.

Destaque-se, ainda, a excelente estreia da dupla neozelandesa Bryn Jones / Sean Lockyear, que se sentiram à vontade no meio dos habituais leões do troféu, terminando uma prova que não conheciam, numa viatura que não é a sua habitual, num excelente 6.º posto, a pouco menos de 12 segundos do 5.º lugar de Francisco Custódio / Paulo Marques.

Voltando ao nome em destaque neste rali, Rafael Rêgo, para além da vitória no troféu da PEUGEOT e da conquista da placa de Melhor Junior, classificou-se no 7º lugar da geral absoluta do rali, foi o melhor da categoria 2 Rodas Motrizes do Campeonato de Portugal de Ralis e ainda venceu a classe RC4.

Por outro lado, sublinhe-se que os top-10 final das 2RM e dos RC4 integrou nada menos do que nove PEUGEOT 208 Rally4, um resultado demonstrativo não só do poder de atração, como de robustez e de fiabilidade que a máquina criada nos ateliers da PEUGEOT Sport detém nas classes de suporte aos campeonatos principais dos diferentes países, em particular em Portugal.

RALLY DE LISBOA SERÁ PALCO DE UMA BATALHA A QUATRO

Com o 1.º lugar alcançado neste Rali da Água Transibérico – Eurocidade Chaves-Verín e os pontos extra obtidos na Power Stage, Rafael Rêgo / Ana Gonçalvas somaram aqui um total de 33,6 pontos – tirando total proveito do fator de multiplicação aplicado – pelo que se aproximaram bastante do topo do ranking provisório da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025, passando a somar 62,6 pontos.

Estão, assim, a 23,4 pontos do topo de uma tabela que continua a ser encabeçada pela dupla Ricardo Sousa / Luis Marques. Somaram 18 pontos, passando a deter um acumulado de 86 pontos, quando estamos a uma prova do final da época.

Note-se ainda que para as contas finais da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025 apenas se consideram os quatro melhores resultados, tendo os pilotos que somem cinco pontuações de deitar fora a pior delas. Considerando apenas os ainda candidatos ao título de 2025, dois somam já quatro notas válidas, decorrentes da sua consistência no troféu.

Ricardo Sousa tem 86 pontos, dos quais 10 como a pior pontuação, e Iago Gabeiras soma 54,8 pontos, dos quais apenas 1 ponto como o seu pior resultado. Noutro contexto, Rafael Rêgo (62,6 pontos) e Guilherme Meireles (59 pontos) têm ambos três resultados limpos e uma desistência nos seus registos de 2025, pelo que não terão de abdicar de quaisquer pontos nessa última prova do ano. Mas todos dependem do que venham aí a alcançar, numa luta a quatro que já não contará com Henrique Moniz (43 pontos) e Giovanni Fariña (37 pontos), eles que, entretanto, já abdicaram dessa conquista.

Na estrada de 31 de outubro a 1 de novembro, a quinta edição do Rally de Lisboa marcará uma estreia nos calendários dos troféus ibéricos da PEUGEOT – no presente caso no da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025 – no que será, assim, uma espécie de Final Nacional, um palco de todas as decisões. E que palco, pois parte da prova recorre a quilómetros de estrada bem conhecidos dos adeptos dos ralis, num percurso que andará na capital e nos seus arredores e que culminará na icónica Serra de Sintra.

Rali da Água Transibérico – Eurocidade Chaves-Verín

4.ª (de cinco) prova da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025

CLASSIFICAÇÃO FINAL*
1.º Rafael Rêgo (1º Júnior) / Ana Gonçalves, 1h 04m 29,7s

2.º Guilherme Meireles (2º Júnior) / Pedro Alves, a 55,3s

3.º Iago Gabeiras / Ian Quintana, a 2m 00,4s

4.º Ricardo Sousa / Luis Marques, a 2m 12,3s

5.º Francisco Custódio (3º Júnior) / Paulo Marques, a 3m 53,7s

6.º Bryn Jones (4º Júnior) / Sean Lockyear, a 4m 05,4s; 7.º Hélder Miranda / Rui Teixeira, a 4m 12,9s; 8.º Filipe Nogueira / Pedro Figueira, a 4m 20,6s; 9.º Rafael Antunes / Nuno Batalha, a 4m 26,2s

Desistências: Henrique Moniz / Jorge Dinis (Não alinhou); Sérgio Dias / Bruno Abreu (Shakedown); Danny Carreira (Júnior) / Marco Villas Boas (ES5); Joni Gonçalves / Paulo Lopes (ES8); Gil Antunes / Alexandre Ramos (ES10).

Todos em PEUGEOT 208 Rally4.

* Classificação Provisória até à publicação oficial dos resultados pela Organização

Coorganizados pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT España, com a gestão logística a cargo da Sports & You, os três troféus ibéricos – PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL e DESAFÍO PEUGEOT – contam com a PIRELLI no fornecimento e assistência de pneus e com o apoio do ACP, RACC, SPARCO, GUPE e RACE FOR GOOD.

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QUARTA PROVA DE 2025 
DA PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 
TRAZ FATOR DE MULTIPLICAÇÃO

Após três rondas emocionantes, a PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025 ruma ao interior norte do país para a sua quarta jornada, de um total de cinco, marcada para os dias 19 e 20 de setembro, integrada no programa do Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín.

Trata-se de uma das provas mais aguardadas do calendário, não só pela exigência do percurso transfronteiriço, mas também por ser a primeira de duas a ter um fator de multiplicação de 1,2 pontos, que poderá ter forte impacto nas contas do troféu no final do ano.

À entrada para esta ronda, o equilíbrio entre os principais candidatos é evidente: Ricardo Sousa / Luís Marques lideram a competição com 68 pontos e até podem sagrar-se já Campeões, designadamente no caso de vencerem este rali. Logo atrás estão Henrique Moniz / Jorge Diniz (43), Guilherme Meireles/ Pedro Alves (35 pontos) e Sérgio Dias / Bruno Abreu (34 pontos), parte do atual top-5 de pontuados, grupo que ainda inclui a dupla Giovanni Fariña / Alejandro Rodríguez (37) – recém-coroados Campeões da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA – mas que não alinham neste rali.

Fruto do bónus de pontos adicional, todos os pretendentes ao título de 2025 estão conscientes de que um bom resultado na jornada de Chaves e Verín poderá relançar, decisivamente, essa luta na reta final da temporada. Aliás, esse fator irá conferir mais emoção ao ranking do troféu, em especial entre os que estão mais afastados do topo da tabela de pontos, mas que podem reentrar na discussão do desejado Prémio Final, a participação num rali em 2026 com uma viatura da categoria Rally 2 da Stellantis Motorsport.

Serão, desta feita, 14 as equipas inscritas para este rali, como habitualmente apostando nas reconhecidas qualidades de robustez e fiabilidade do PEUGEOT 208 RALLY4, proposta com o selo da PEUGEOT Sport que continua a demonstrar ser a escolha ideal para esta competição monomarca, referência no panorama dos ralis nacionais e internacionais.

Organizado pelo CAMI Motorsport, o rali terá 10 Especiais em asfalto, em Portugal e Espanha, num total de 115,07 km cronometrados, divididas por 2 Etapas, num percurso global de cerca de 336 km.

QUEM DARÁ UM PASSO DECISIVO, RUMO AO TÍTULO?

A PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025 prossegue, repleta de incerteza e expectativa, naquela que é a sua segunda edição, depois do estrondoso sucesso na época de estreia da competição nacional, seguindo o legado do Troféu PEUGEOT 206 (2003-2006).

Porta de entrada para jovens talentos rumo às provas internacionais, o troféu volta a cumprir a sua missão de revelar pilotos e proporcionar corridas intensas ao volante dos sempre espetaculares PEUGEOT 208 RALLY4, numa temporada que tem sido marcada por enorme competitividade e emoção em cada um dos três ralis já disputados.

Ricardo Sousa destacou-se com vitórias no Algarve e no Terras d’Aboboreira, confirmando o seu estatuto de principal candidato ao título, sendo o atual líder da contenda. Neste capítulo, sublinhe-se que conjugando-se alguns fatores, nomeadamente se também vencer esta prova, o piloto sagra-se virtual Campeão do troféu nacional.

Segue-lhe na peugada Henrique Moniz, piloto que tem feito da regularidade o seu principal trunfo, com o ponto mais alto da época, até agora, no pódio alcançado no segundo rali do ano, enquanto Guilherme Meireles se tem destacado pela sua velocidade e, não fosse o azar no Terras D´Aboboreira, estaria certamente mais próximo do líder da competição. Sérgio Dias teve um andamento muito consistente nas duas primeiras provas do ano, mas a passagem na Madeira não lhe rendeu os pontos que desejava. Ele fecha o atual top-5.

Logo atrás desse grupo está Iago Gabeiras – o agora único não português ainda pretendente ao título nacional – fruto de um forte arranque no primeiro rali do ano e de terminar quase sempre nos lugares pontuáveis, sendo seguido dos portugueses Gil Antunes e Rafael Rêgo, também eles, em condições normais, ainda potenciais candidatos aos primeiros lugares, nomeadamente se o fator de multiplicação inerente a esta prova jogar a seu favor.

Tal já não acontecerá ao espanhol Giovanni Fariña – recentemente coroado Campeão da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2025 – piloto que aqui tinha a oportunidade de reforçar a sua posição entre os favoritos, nomeadamente após a demonstração na Madeira, pois o piloto de Tenerife decidiu não integrar a lista de inscritos deste Rali da Água.

Essa lista compõe-se, assim, de 14 equipas aos comandos dos competitivos e fiáveis PEUGEOT 208 Rally 4, entre as quais uma estreia absoluta, do neo-zelandês Bryn Jones, jovem piloto que tem discutido as vitórias na categoria Júnior do campeonato nacional do seu país, e que virá a esta prova do Campeonato de Portugal de Ralis integrado no plantel da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL.

LISTA DE INSCRITOS
RALI DA ÁGUA TRANSIBÉRICO EUROCIDADE CHAVES-VERÍN
– 4ª prova da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025

Nº

Piloto

Júnior *

Navegador

4

Helder Miranda

–

Rui Teixeira

7

Rafael Antunes

–

Nuno Batalha

13

Henrique Moniz

–

Jorge Dinis

14

Joni Gonçalves

–

Paulo Lopes

19

Danny Carreira

Júnior

Marco Villas Boas

25

Sérgio Dias

–

Bruno Abreu

26

Gil Antunes

–

Alexandre Ramos

30

Ricardo Sousa

–

Luis Marques

31

Guilherme Meireles

Júnior

Pedro Alves

34

Rafael Rêgo

Júnior

Ana Gonçalves

37

Filipe Nogueira

–

Pedro Figueira

40

Francisco Custódio

Júnior

Paulo Marques

43

Iago Gabeiras

–

Ian Quintana

49

Bryn Jones

Júnior

Sean Lockyear


* Nota: Piloto Júnior – Nascido em ou após 1 de janeiro de 1998.

Todas as equipas estão inscritas em ambos os troféus, PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA e DESAFÍO PEUGEOT.

Todos em PEUGEOT 208 Rally4 (Grupo RC4).

POR TROÇOS DE PORTUGAL E TAMBÉM DE ESPANHA**

Quarta jornada (de cinco) da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025, o Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín realiza-se entre os dias 19 e 20 de setembro, com uma estrutura de 2 Etapas, 4 Secções e 10 Provas Especiais (incluindo uma Super Especial e a Power Stage), totalizando 115,07 km cronometrados, num percurso global de cerca de 336 km.

O Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso – Chaves será o centro nevrálgico da prova, que se inicia com Shakedown, na sexta-feira (19 de setembro), pelas  09h00, em Feces de Abaixo, onde pilotos e equipa farão os ajustes finais aos valorosos 208 Rally4. A 1.ª Etapa, composta por duas secções, arranca às 16h36 com a especial Alto Tâmega (6,70 km). Seguem-se mais duas especiais: SS2 Transibérico (16,00 km) às 16h59 e a SS3 Eurocidades (10,86 km) às 17h53. A Super Especial Rota Termal (1,25 km), em pleno centro urbano, coloca ponto final no primeiro dia de rali, com início às 20h24, onde os fãs poderão ver de perto a arte dos Leões do asfalto, num troço que apenas servirá para o espetáculo, não contando para a classificação da prova.

No sábado (20 de setembro), está programada a segunda e decisiva etapa, composta por duas secções. Os primeiros quilómetros contra o cronómetro serão percorridos em Espanha com a SS5 Verín 1 (15,78 km) às 10h23, prosseguindo com a SS6 Chaves 1 (12,20 km) às 11h18 e a SS7 Termas de Chaves 1 (12,15 km) às 12h06.

As segundas passagens revestem-se de importância redobrada, podendo decidir o rali e influenciar vincadamente as contas do título. A tarde começa com Verín 2 às 14h58, seguindo-se Chaves 2 às 15h53 e, para encerrar a prova, a Power Stage – Termas de Chaves 2 (12,15 km) às 16h41.

A cerimónia do pódio, em Chaves, está marcada para as 18h30, nas Caldas de Chaves, celebrando os vencedores de uma prova intensa e sempre imprevisível.

** Nota: As horas indicadas referem-se ao primeiro carro na estrada. Hora portuguesa

CALENDÁRIO DA PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025

A Temporada 2 da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL corre-se ao longo de cinco provas pontuáveis para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR e CPR 2RM, sob a égide da FPAK), sendo duas em pisos de terra e três em asfalto, de acordo com o seguinte calendário:

Data

Evento

Região

Piso

#1: 28-29 março

Rali Casinos do Algarve

Algarve

Terra

#2: 02-03 maio

Rali Terras d’Aboboreira

Amarante

Terra

#3: 31 julho-o2 agosto

Rali Vinho Madeira

Madeira

Asfalto

#4: 19-20 setembro

Rali da Água Transibérico Chaves – Verín

Chaves / Verín

Asfalto

#5: 31 outubro-01 novembro

Rally de Lisboa

Lisboa

Asfalto

CALENDÁRIO DA PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2025

Nesta que é a oitava Temporada da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, o calendário inclui quatro provas, duas em Portugal e duas em Espanha. Cada país terá uma prova de terra e uma de asfalto, garantindo o equilíbrio dos dois lados da fronteira. Dois são concomitantes com duas das provas portuguesas, as duas restantes são do equivalente Desafío PEUGEOT, corrido em Espanha, sob a égide da RFEDA, tendo o seguinte calendário:

Data

Evento

Região

Piso

#1: 02-03 maio

Rali Terras D’Aboboreira

Amarante (PT)

Terra

#2: 04-05 julho

Rallye Recalvi Rías Baixas

Vigo (ES)

Asfalto

#3:31 julho-02 agosto

Rali Vinho da Madeira

Madeira (PT)

Asfalto

#4: 13-14 setembro

Rally Blendio Princesa de Asturias – Ciudad de Oviedo

Oviedo (ES)

Terra

CALENDÁRIO DESAFÍO PEUGEOT

A Temporada 2 do DESAFÍO PEUGEOT integra cinco provas pontuáveis para o Super-Campeonato de España de Rallyes (sob a égide da RFEdA), sendo três em asfalto e duas em pisos de terra, de acordo com o seguinte calendário:

Data

Evento

Região

Piso

#1: 04-05 abril

Rally Sierra Morena – Córdoba Patrimonio de la Humanidad

Córdoba

Asfalto

#2: 12-13 julho

Rallye Recalvi Rías Baixas

Vigo

Asfalto

#3: 13-14 setembro

Rallye Blendio Princesa de Asturias – Ciudad de Oviedo

Oviedo

Terra

#4: 25-26 outubro

RallyRACC Catalunya-Costa Daurada

Catalunha

Terra

#5: 8-9 novembro

Rallye La Nucía-Mediterráneo-Trofeo Costa Blanca

Alicante

Asfalto

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SERGÍ PEREZ IMBATÍVEL BARALHA CONTAS DOS TRÊS CANDIDATOS AO TÍTULO

No primeiro dia de todas as decisões relativas ao Campeão da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, coube à dupla Sergí Perez / Jaume García meter-se na luta pelos lugares da frente do Rally Princesa de Asturias, com isso baralhando as contas das três formações que são candidatas a levar para casa o oitavo troféu ibérico da PEUGEOT: Giovanni Fariña / Alejandro Rodríguez, os até aqui líderes do troféu, Ricardo Sousa / Luís Marques, e Miguel García / Osel Román.

Aos comandos dos seus PEUGEOT 208 e de garras afiadas, uma dezena de jovens leões arrancaram para a prova espanhola – a quarta de quatro da Temporada 8 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA – protagonizando animadas lutas pelos diversos lugares do top-10.

Com um troço neutralizado logo no arranque do rali, correram-se apenas três especiais, num total de 39,51 km cronometrados, com uma liderança de Sergí Perez / Jaume García que nunca mudou de mãos ao longo da tarde, detendo uma vantagem de 5,9 segundos sobre Nahuel Barba / Santiago Cabrera, para um pódio provisório que se completa com Miguel García / Osel Román, já a 37,2 segundos dos líderes.

Quanto aos dois outros candidatos ao título, Sousa é 5º, logo à frente de Fariña, estando qualquer deles ainda em luta pelo cetro ibérico de 2025. A luta continuará amanhã, dia em que os concorrentes têm pela frente mais três especiais, percorridas por duas vezes, num total de 75,36 km ao cronómetro.

No final do dia saber-se-á não só qual a equipa vencedora desta quarta e última prova da presente época, como também quem são os Campeões da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2025, os oitavos nomes da série de troféus da PEUGEOT cobrindo a Península Ibérica.

O OUTSIDER E AS SURPRESAS NA LUTA PELO TÍTULO DE 2025

Após um arranque menos ideal deste Rally Princesa de Asturias – Ciudad de Oviedo, decorrente de um acidente logo no primeiro troço, entre as equipas da frente do S-CER, que obrigou o plantel da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA a cumprir, em ligação, os 14,31 km da especial Luarca Villa de Nobel, as lutas pelos melhores tempos entre os fervorosos Leões apenas se tornaram efetivas no troço seguinte, Valle del Esba.

Foi aqui que houve as primeiras surpresas da prova, no final dos seus 12,6 km, quando à cabeça da tabela de tempos surgiam Sergí Perez, um habituée dos troféus da PEUGEOT e que aqui fez uma aparição única em 2025, com o uruguaio Nahuel Barba logo atrás de si, a apenas 2,1 segundos, dupla mais hábil em troços de asfalto, mas que até se deu bem nas especiais em terra e algo húmidas da região asturiana. O terceiro melhor tempo ficou para Iriondo Olaiozola, um dos rookies do troféu ibérico de 2025, estreante neste último rali do ano.

Quanto aos três candidatos ao título, eles surgiam logo atrás, mas já com um déficit superior a 13,2 segundos para o mais rápido a cumprir o troço e pela ordem inversa da sua atual classificação no troféu: Miguel García ganhava 0,4 segundos a Ricardo Sousa, que por sua vez suplantava Giovanni Fariña por 8 décimos de segundo.

Seguiram-se os 14,31 km de Luarca Villa de Nobel, agora repetido em versão competitiva, onde a história foi semelhante, com Perez e Barba a manterem-se como os mais rápidos (separados por 3,2 segundos), à frente de García. Sousa perdeu 15 segundos para o seu adversário, tantos quantos os que ganhou a Fariña.

A fechar a ronda de hoje, repetiram-se os 12,6 km de Valle del Esba, onde Perez fez o pleno, batendo de novo Barba por uns parcos 0,6 segundos, e onde García reforçou o seu provisório 3º lugar, com a terceira melhor marca. Por seu turno, Fariña ganhou 2,2 segundos a Sousa, o que não foi suficiente para o ultrapassar na geral.


LUTA PELO TÍTULO MANTÉM-SE ACESA

Sergí Perez / Jaume García terminaram, assim, a 1ª Etapa do Rally Princesa de Asturias na liderança, mas com uma magra vantagem de 5,9 segundos para os surpreendentes uruguaios Nahuel Barba / Santiago Cabrera, mas já mais robusta, de 32,7 segundos para Miguel García / Osel Román, que fecham o top-3 provisório.

Esta dupla espanhola tem, por seu turno, uns já sólidos 27,2 segundos sobre os portugueses Ricardo Sousa / Luís Marques, atuais 5.ºs da geral, logo atrás dos estreantes Aritz Iriondo / Joseba Sánchez, numa classificação em que Giovanni Fariña / Alejandro Rodríguez são 6.ºs, a 23,9 segundos da dupla lusa, eles que, entretanto, sofreram uma penalização de 10 segundos.

Já em termos de troféu, é inverso o posicionamento provisório das três equipas candidatas ao título de 2025. Com os pontos que Fariña e Rodriguez somariam se o rali acabasse aqui, desse 6º lugar que agora ocupam e mesmo deitando fora o seu pior resultado – no caso seria esta mesma pontuação; para o troféu contam os três melhores resultados, do total de quatro ralis – ainda assim eles sagrar-se-iam Campeões. Mas há ainda muita estrada amanhã, nada menos do que 75,36 km cronometrados, de três especiais a percorrer por duas vezes, pelo que nada está definitivamente decidido.

Acrescente-se que o ranking provisório ao final do primeiro dia deste Rally Princesa de Astúrias conta com mais três equipas classificadas, quer no troféu ibérico, quer no Desafío PEUGEOT, para que este rali também pontua (é a quarta de cinco provas), registando-se apenas uma desistência no dia de hoje, devido a uma saída de estrada. Quanto às restantes duas equipas que se haviam inicialmente inscrito, não estiveram à partida do rali, por motivos diversos.


OS ÚLTIMOS QUILÓMETROS DO TROFÉU IBÉRICO DE 2025

Amanhã, sábado, será o dia da confirmação dos títulos da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2025, culminando uma oitava época de grandes batalhas das diferentes equipas, aos comandos dos seus fiáveis e competitivos PEUGEOT 208 Rally4.

O percurso da 2ª Etapa inclui mais três troços, todos percorridos em dupla passagem: Monte Areo – Carreño 1 (13,48 km) às 09h23, Acuartelamiento Cabo No 1 (12,18 km) às 10h12 e Llarena 1 (12,02 km) às 11h11, este com o estatuto de Power Stage, atribuindo pontos extra aos três mais rápidos a percorrê-lo. Durante a tarde, repete-se a mesma sequência às 14h31, 15h20 e 16h48, respetivamente.

Após dois dias intensos de competição, o desfecho do rali acontece ao final da tarde de sábado, com a cerimónia do pódio marcada para as 18h30, na Plaza de los Ferroviarios, em Oviedo, não só ilustrada com os festejos dos vencedores do rali, como dos novos Campeões de 2025 do troféu ibérico.

** Nota: As horas indicadas referem-se ao primeiro carro na estrada. Hora portuguesa, menos uma hora do que em Espanha.

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RALI DA MADEIRA COM FINAL EMOCINONANTE

Giovanni Fariña e Alejandro Rodríguez venceram a edição de 2025 do Rali da Madeira, numa exibição consistente e eficaz, aproveitando da melhor forma uma reta final repleta de emoção. Miguel García / Osel Roman garantiram o segundo lugar, enquanto os portugueses Ricardo Sousa / Luís Marques subiram ao terceiro posto.

A dupla Álex Español / Borja Odriozola, que liderou durante grande parte da prova, viu escapar a vitória na sequência de um despiste na Especial 12, quando seguia com uma vantagem confortável. A saída de estrada acabou por ditar o abandono, deixando o caminho aberto para a luta final entre Fariña, García e Sousa.

Com este resultado, Fariña e Sousa reforçaram a sua candidatura os títulos ibéricos e português, respetivamente, cimentando as suas lideranças nas competições PEUGEOT.

A fiabilidade voltou a ser um dos trunfos dos Leões que foram até à Madeira, com 13 dos 15 PEUGEOT 208 Rally4 a terminarem a dura prova insular — um excelente registo numa edição marcada por condições exigentes e um ritmo competitivo elevado.

Um arranque impressionante de Alex Español

A Madeira voltou a ser um palco privilegiado para os fãs de ralis. As belas encostas da ilha paradisíaca do Atlântico voltaram a receber o público que faz da velocidade o seu modo de vida. As sinuosas estradas insulares foram o terreno perfeito para colocar à prova os PEUGEOT 208 Rally4 e as equipas da PEUGEOT RALLY CUP IBERICA e PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL.

O certame começou com emoção e ritmo elevado, logo a partir da Super Especial Cidade do Funchal (2,18 km), disputada na quinta-feira. A dupla Guilherme Meireles / Pedro Alves abriu as hostilidades com o melhor tempo, mas a diferença mínima para os adversários – apenas 0,7 segundos para Sérgio Dias / Bruno Abreu e 0,9 segundos para Miguel García / Osel Roman – antecipava uma competição muito renhida.

Na sexta-feira, os 15 PEUGEOT 208 Rally4 voltaram à estrada para seis classificativas exigentes, onde os espanhóis Álex Español / Borja Odriozola se destacaram desde cedo. Venceram as três especiais da manhã e terminaram a primeira secção com uma vantagem sólida. Meireles e Fariña mantinham-se por perto, com Iago Gabeiras – Ian Quintana também em ascensão.

A parte da tarde trouxe novas nuances à luta pelos primeiros lugares. Ricardo Sousa respondeu com o melhor tempo na ES5, mas seria Gabeiras quem mais subiria na classificação, ao vencer a ES6 e assumir o segundo lugar dos dois troféus. Fariña encerrou o dia com uma vitória na ES7, superando Gabeiras por apenas 0,7 segundos, num final de etapa que reforçou o equilíbrio no topo da tabela.

No fecho da primeira etapa do Rali da Madeira, Álex Español liderava com 10,1 segundos de vantagem sobre Iago Gabeiras, que mostrou grande evolução ao longo do dia. Giovanni Fariña ocupa o terceiro posto, a apenas 11 segundos dos líderes. Miguel García era quarto, a 27,5 segundos do pódio, enquanto Ricardo Sousa era o melhor português em quinto.

Guilherme Meireles, que começou por vencer a Super Especial, era agora sexto, seguido de Rafael Rego / Ana Gonçalves, Henrique Moniz / Jorge Diniz, Gil Antunes / Alexandre Ramos e da dupla Sandro Teixeira / João Neves, que fecha o top 10. Apenas uma dupla, Francisco Custódio / Paulo Marques foi obrigada a desistir no primeiro dia.

Sábado decisivo e dramático

No decisivo sábado, os “leões” entraram a rugir na derradeira etapa do Rali da Madeira. Na PEC8, Español voltou a destacar-se ao vencer a primeira especial do dia, à frente de Fariña e García, um trio que se mantinha firme no top 3. Gabeiras, com uma saída de estrada, perdeu um minuto e meio e caiu para fora do top 5.

A PEC9 deixou tudo igual, com uma neutralização a atribuir exatamente o mesmo tempo às 14 duplas que ainda se mantinham em competição. A ordem não se alterou com a PEC10, com Fariña a vencer, levando a melhor sobre Gabeiras (em modo recuperação) e Español que não ficou muito longe do melhor tempo.

A pausa para almoço dava-nos a seguinte ordem: Español liderava, com 10,1 segundos de vantagem para Fariña, com Garcia a já 46,4 segundos do topo da tabela. Sousa estava na quarta posição, com Meireles em quinto, Rêgo em sexto, Moniz em sétimo, Gabeiras em oitavo, Antunes em nono e Teixeira a manter-se nos dez primeiros, à entrada para as últimas três especiais do dia.

A tarde começou com mais uma especial neutralizada, neste caso a PEC11, deixando a ordem inalterada à entrada para a PEC12, que também ela foi neutralizada. Mas neste caso, o motivo da neutralização mudava radicalmente a ordem da classificação. Español, que estava a fazer uma prova de grande nível, não evitou um erro, que acabou por motivar a sua desistência. Um final prematuro e inglório para o piloto que liderou desde a primeira especial de sexta. Assim e à entrada da última especial, Fariña era o novo líder da classificação, com 36,3 segundos de vantagem para García e Sousa subia ao pódio, a 19,9 segundos do segundo posto. O piloto português enfrentava o derradeiro troço pressionado por Meireles, a apenas 7,9 segundos com Rêgo a 4,5 segundos do top 5.  e Moniz a 4,5 segundos do sexto posto.

Depois do drama da especial anterior, a PEC 13 não trouxe surpresas. Iago Gabeiras venceu a Power Stage e com isso amealhou mais três pontos, com Guilherme Meireles a mostrar novamente velocidade e a ficar a 0,3 segundos do melhor registo. Ricardo Sousa foi o terceiro mais rápido e conquistou um ponto, pressionado por Rafael Rêgo que foi o quarto, a 0,3 segundos apenas do top 3 da derradeira especial.

Fariña e Sousa com lideranças reforçadas

Giovanni Fariña foi o grande vencedor do Rali da Madeira para a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA e PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA PORTUGAL (assim como nas 2RM da geral da prova insular), com uma prestação inteligente e regular, aproveitando o azar de Alex Español para dar um passo importantíssimo na sua caminhada na competição ibérica com chancela da PEUGEOT. Fariña chegou na liderança da classificação e reforçou essa liderança, quando falta apenas uma prova para coroar o mais veloz Leão Ibérico.

Na segunda posição ficou Míguel García, que tem feito uma época em crescendo. Depois da desistência na primeira prova do ano, foi terceiro classificado e agora segundo, o que o coloca também na discussão do título, tal como Ricardo Sousa que com este pódio, continua com hipóteses de chegar ao título ibérico e reforça a sua liderança no troféu português. Sousa foi também o vencedor nas 2RM do CPR, confirmando a época brilhante que tem feito até agora.

Guilherme Meireles terminou com um bom quarto posto, à frente de Rafael Rêgo. Henrique Moniz foi o sexto classificado, à frente do também azarado Iago Gabeiras. Gil Antunes rubricou um muito interessante oitavo posto, à frente de Sandro Teixeira, com uma muito agradável estreia nos troféus Peugeot. Sérgio Dias completou o top 10.

O próximo encontro das competições Peugeot acontece de 13 a 14 de setembro para o Rally Blendio Princesa de Asturias, para a Peugeot Rally Cup Ibérica. A Peugeot Rally Cup Portugal volta à estrada para o  Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín, de 19 a 20 de setembro.

Resultados

  1. García Fariña – G. Rodríguez Viera — 1:59:59.6
  2. M. García Gutiérrez – O. Román Ruiz — +34.0
  3. Ricardo Sousa – Luís Marques — +50.00

4º Guilherme Meireles – Pedro Alves; 5º Rafael Rêgo – Ana Gonçalves; 6º Henrique Moniz – Jorge Diniz; 7º I. Gabeiras – I. Quintana Fernández; 8º Gil Antunes – Alexandre Ramos; 9º Sandro Teixeira – João Neves; 10º Sérgio Dias – Bruno Abreu; 11º Nahuel Barba – Santiago Cabrera; 12º Rafael Antunes – Nuno Batalha; 13º Filipe Nogueira – P. Figueira.

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